"Toda viagem deveria oferecer oportunidades para uma maior compreensão de si - e, na verdade, muitos livros de viagens são autobiografias disfarçadas: livros sobre o viajante, e não sobre o lugar" (Paul Theroux)
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
A mala ainda não está pronta... mas o programa do workshop está!
domingo, 12 de junho de 2011
Minha vida é falar por este país...


domingo, 29 de maio de 2011
Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi!
sábado, 28 de maio de 2011
Cholas, cholas y más cholas
domingo, 22 de maio de 2011
Eu amo programa de índio
Nake'yeye' nóe
Estou em Campo Grande e a cidade, em si, não tem muitos elementos de cultura indígena, pelo menos na parte que eu conheço. Mas tem um Museu do Índio e o Memorial de Cultura Indígena... e as índias perto do Mercado Municipal vendendo seus produtos. O Memorial já conhecia. Estive lá em 2007 com a Simone, quando viemos para o Regional de Campo Grande. Na ocasião, comprei um colar com um elemento de palha guarani que, me explicaram, é um símbolo de união de todos os povos indígenas. Lindo isso e tão marcante que até hoje tenho e uso o colar. E tinha dezenas ou centenas dele hoje expostos no Memorial.
A diretora do Memorial explicou hoje que eles vendem mercadorias produzidas por representantes das etnias Terena, Guarani e Kadiweu. Cada uma tem sua identidade e técnica... e como resultado, artesanatos totalmente diferentes uma da outra. Então, para não ser acusada de tratamento discriminatório, comprei um pouco de cada ;0)
Já ia esquecendo - aprendi duas coisinhas em Terena (que é a etnia da diretora do Memorial):
Nake'yeye' nóe - que quer dizer oi, como vai, tudo bem... uma saudação dirigida a um grupo
Ainapoyakoe Sime'evi - agradecemos sua visita
sábado, 21 de maio de 2011
O excitante sabor do dever quase cumprido
Por hora, só queria mostrar o resultado do nosso trabalho - casa pronta para receber representantes das 27 unidades da federação, três ministérios, sete associações que representam o setor de insumos agrícolas... podem chegar, os lugares já estão marcados e estamos prontos para começar.
Daqui a uma semana, tudo isso já terá terminado... então espero viver ao máximo a companhia dos companheiros desta caminhada que já dura 5 anos.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Você já se sentiu parte de um outgroup?
sexta-feira, 25 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
Eu, garimpeira
Estas têm cerca de 15 cm de diâmetro, vcs ainda vão me ouvir falar delas.
A lenda da flor pantaneira (fonte: http://www.flordexaraes.com.br/)
Conta a lenda que há dezenas de anos atrás, um jovem casal, ela, filha de um rico fazendeiro e ele, peão, tinham o namoro proibido, pois o pai da moça não permitia que ninguém se aproximasse de sua filha. A única forma que eles encontraram para namorar, seria a noite, depois que todos dormissem; o rapaz batia na janela de sua amada e ali ficavam namorando, tendo o brilho da lua como cúmplice dos encontros. Ao se despedir, o jovem dava à moça uma flor como prova de seu amor. Certa vez, o fazendeiro já desconfiado, flagrou os dois e proibiu o namoro, dizendo que sua filha não seria mulher de peão. O jovem implorou pela permissão, afirmando que o amor deles era como as flores que ele entregava à sua amada, bonito e puro. Mas, duro de coração, o fazendeiro dizia que a única semelhança estaria na fragilidade da flor, pois em pouco tempo ela murcha e perde a beleza; assim seria também o amor dos dois. Foi então que, com toda a sua arrogância, o pai lançou o desafio: já que os jovens afirmavam que o amor deles era como as flores, a condição para a permissão do namoro seria que, ao sair pela manhã em comitiva, o rapaz desse uma flor à moça e se esta permanece com a mesma beleza até sua volta, eles teriam a permissão. Os jovens se assustaram, porque sabiam que uma viagem de comitiva, naquela época, poderia durar meses e a flor não duraria tanto; mesmo assim, o rapaz aceitou e tranqüilizou sua amada dizendo que ele acharia uma flor capaz de provar quão o amor deles era maior que o tempo. Depois que se despediu da moça, o rapaz foi para margem do rio e começou a pensar: com um grito de desespero implorou aos céus que lhe ajudasse a encontrar uma flor com a resistência que ele precisava. A lua, que sempre foi testemunha das juras de amor daquele casal intercedeu e foi então, que a Mãe natureza criou uma flor com os três elementos (Terra, Ar e Água), que surgiu boiando à margem do rio; ao pegá-la, o peão pôde perceber que ela continha a resistência da madeira, a suavidade de uma brisa e parecia ter sido moldada pelas águas pantaneiras. No outro dia, ao se despedir, o rapaz deu a flor à moça e partiu em comitiva, como havia sido combinado; durante a viagem, alguns bois se desgarraram e o rapaz foi buscá-los, se perdendo na planície alagada; os outros peões acreditavam que ele havia morrido porque era muito comum naquela época acidente nestas viagens e deram a noticia à moça. Ela não acreditou, suplicou para que não fosse verdade e implorou à natureza para trazê-lo de volta. Assim como em um ritual, todas as noites ela colocava no parapeito da janela, a flor que ele havia lhe dado. Vendo todo o sofrimento da jovem, a lua novamente intercedeu e brilhou tanto, que fez a noite virar dia. Dizia-se que, durante as noites que se seguiram, se via de muito longe a flor na janela e sentia-se o perfume. Assim,o rapaz pôde achar o caminho de volta e os dois viveram, a partir daí, todo amor que sentiam um pelo outro.
A Empresa
Inspirada nesta Lenda Pantaneira e com referência as flores perenes do cerrado e pantanal sul-matogrossense, a artista Claudia Castelão desenvolveu as flores de madeira, peças únicas em beleza e estilo, que expressão e valorizam a cultura regional.
A Flor de Xaraés é ganhadora do premio nacional TOP 100 pela sua singularidade, designer e inovação.
Nossos produtos são ecologicamente corretos, seguindo as tendências atuais, comercializados nas melhores lojas em todo pais, tem seu destaque na Holanda, pais das flores naturais.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Este é prá casar!
Pé de soja solteiro... esta é a denominação para plantas de soja cultivadas como se fossem plantas de estimação. Sem brincadeira, o da foto tinha tranquilamente mais de 150 cm de altura e ficou em quarto lugar num concurso aqui no MS. O parâmetro avaliado no concurso? Número de vagens. Imaginem o quanto de tofu dá para fazer com um solteirão desse!



