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sábado, 17 de março de 2012

ENFISA etapa 1 de 4 - Concluído!

Quem me conhece sabe: no primeiro semestre, o bicho pega. Não sei ao certo por quê, mas tudo se concentra nos meses de março a junho... este ano, por exemplo... são 4 Enfisas, 3 workshops do InovaDefesa e mais a Conferência... em compensação, de junho a dezembro, é aquele marasmo. Tá. Gostaria de acreditar nessas últimas palavras que escapuliram pelas pontas dos dedos... 'aquele marasmo'... quem vê pensa... segundo semestre acaba sendo tão corrido quanto o primeiro porque é quando a gente prepara o terreno para realizar os eventos do primeiro semestre do ano seguinte... ou seja, o bicho pega nos dois semestres mesmo... 

Mas tudo bem. Não me importo. Prá ser sincera, até gosto que seja assim. Adoro. Adoro meu trabalho, adoro viajar, adoro conhecer lugares, pessoas e realidades diferentes da minha. E tenho tido o privilégio de rodar por este Brasilzão que eu amo. Tá certo que às vezes eu abuso... mas... de certo uma hora vai chegar em que ficarei mais 'séssil'...

Semana passada, começou o Enfisa 2012, pelo Regional Norte em Manaus. Tivemos uma série de contratempos de toda ordem: pessoal, administrativa... mas o importante é que o evento aconteceu e atingiu os objetivos a que se propunha. Todos os estados da região estavam representados e as discussões giraram em torno da fiscalização do receituário agronômico, destinação de produtos apreendidos, educação sanitária e outros temas ligados ao uso seguro de agrotóxicos. Só faltaram duas pessoas... a Alessandra e a Aldenir... que foram guerreiras nos preparativos mas não estão mais nos cargos que estavam na época em que iniciamos a organização em agosto do ano passado... 

Foi ótimo reencontrar amigos de velha data e pessoas com as quais venho trabalhando há mais de cinco anos. Foi ótimo, também, conhecer gente nova que iniciou no serviço - ainda mais na Região Norte, onde me sinto muito em casa e muito à vontade. Já estou com as malas prontas para ir para minha querida Belém no semestre que vem, para iniciar os preparativos do Regional Norte 2013!! Bom, se me chamarem, é claro rsssss

Leia a Carta de Manaus aqui:

Segunda-feira à tarde: tudo pronto para começar! 

Terça-feira de manhã: com vocês, fica bem melhor!

Velhos e queridos amigos: Luís Ribeiro e Fernando Marini

Comparando com 2011 e 2010... o grupo da região Norte cresceu!

Luiz Antônio da Silva... ou Luizinho, um coração enorme e muita coragem para não deixar a peteca cair

Com Rachel e Eutália, do IDARON. É ótimo quando nossos caminhos se cruzam!

Luizinho abrindo a reunião

Mirne Santana, um prazer haver conhecido pessoalmente!

Carlos Terossi, coordenador do Regional Norte do ano passado

A indústria nunca esteve tão bem representada no regional Norte como neste ano

Sou fã dessa menina! Ainda mais agora que ela não tem mais medo de mim rsssss

Luís Rangel, a espinha dorsal do ENFISA e com quem tenho a felicidade de trabalhar desde 2006

Carlos Barbosa de Lima, do Tocantins. Gente boa prá caramba!
Andef, Sindag, Aenda e Andav: faltou o Inpev na foto...
Taí o Inpev: Paulo Ely
 
Luiz Guamá, da Adepará. Coordenador do Regional Norte 2013

Nelson Leite, também da Adepará, coordenador do Enfisa Regional Norte 2013

Meu amigo acreano favorito, Oder Gurgel, passamos apuro juntos em 2008 no Enfisa Regional de Rio Branco

Ivênio Hartmann, do Diagro

Participaram deste evento:

Nome Instituição Estado
Amilcar da Silva Ferreira CODESAV AM
Ana Telma Soares INPEV Ouvinte
Antônio Joaquim do Espírito Santo IDAM AM
Bárbara Brandão Ferreira da Silveira CODESAV AM
Capitulino Leite Loureiro Neto ADERR RR
Carlos Alberto Terossi Filho ADERR RR
Carlos César Barbosa Lima ADAPEC TO
Diogo Mazotini ANDAV Ouvinte
Eutália da Cunha Alves IDARON RO
Fábio Kagi AENDA Ouvinte
Fernando Henrique Marini SINDAG Ouvinte
Ingergleice Machado de Oliveira Abreu ADAPEC TO
Ivênio Roque Hartmann Neto DIAGRO AP
João Lucas Neto CODESAV AM
Joyce Oliveira Lima ARAM AM
Luís Carlos Ribeiro ANDEF Ouvinte
Luís Eduardo Pacifici Rangel CGAA Coordenador
Luiz Antônio Silva CODESAV AM
Luiz Carlos Cordeiro de Guamá ADEPARÁ PA
Marcos Félix de Queiroz CODESAV AM
Marília Bittencourt de Oliveira Angarten SEAGRI Convidado
Mirne Santana SFA-AM AM
Nelson Leite ADEPARÁ PA
Oder José da Costa Gurgel IDAF-AC AC
Paulo Ely INPEV Ouvinte
Paulo Ricardo Faria de Sant'Anna ANDEF Ouvinte
Rachel Barbosa da Silva IDARON RO
Regina Sugayama AGROPEC Organização
Renata Eschinletti ANDEF Ouvinte
Rolângio Ferreira de Souza CODESAV AM

sábado, 3 de março de 2012

Tarefa do dia: desfazer malas de ontem e fazer malas de amanhã

Cheguei ontem à noite de Campo Grande... e amanhã já vou para Manaus porque começa o ENFISA 2012!

sábado, 12 de novembro de 2011

Ó dias, ó vida, ó azar...



Cheguei em casa, depois de alguns (não poucos) contratempos e aborrecimentos... vim no caminho pensando qual a probabilidade de tantas coisas darem errada numa única viagem?

Vejam:

(A) A passagem foi emitida com itinerário errado. Claro, isso acontece, afinal somos humanos... vamos colocar aí uma chance de 5% de erro.

(B) A internet do hotel era péssima. Passo ao redor de 200 noites por ano em hotel... e isso aconteceu desta vez... então 1/200 = 0,5%

(C) A conexão 3G da Tim não funcionou durante todo o período da viagem. Evento não tão raro, digamos que em 10% do tempo isso acontece.

(C) O quarto não tinha tomada com corrente a uma distância que permitisse eu usar o computador sentada à mesa... apenas sentada no chão. E não conseguiram providenciar uma extensão... esta foi inédita para mim em todos este anos de viajação... vamos colocar aí 0,1%

(E) Ocorreu um blecaute geral na cidade como há muitos anos não acontecia, segundo a Bia... vamos supor que muitos = 10 anos...então, a probabilidade = 1/3650 dias = 0,03%

(F) O voo de retorno atrasou mais de uma hora e comprometeu a conexão em Brasília... evento não tão raro, vamos colocar aí 10%

(G) Minha bagagem foi extraviada... ano passado aconteceu também uma vez, então, considerando que eu voo umas 12 vezes por mês, em média, a probabilidade é igual a 1/(12x12) = 0,7%

Logo:

A*B*C*D*E*F*G = 0,0000000000053%

Sei que estou parecendo a Hardy, a Hiena... mas... perguntem para a Andrea... parecia que tinha uma nuvem preta em cima da minha cabeça! Não falo nada disso por autopiedade... mas para mostrar que a gente precisa melhorar muito em serviços e infraestrutura antes de 2014... se isso não acontecer, estou aceitando sugestões de locais distantes para estar quando a Copa do Mundo do Brasil começar...

Ainda bem que agora estou sã e salva no meu cantinho...

Wananos, Ticunas, Yanomamis... e Peruanos!

A Praça Tenreiro Aranha é um ponto legal para comprar artesanato em Manaus. São cerca de 20 quiosques, a maior parte deles atendidos por pessoas de origem indígena. Foi muito legal passar a tarde lá, para conversar e conhecer um pouco da diversidade de culturas e técnicas. Prá quem é paulista (ou mineiro ou gaúcho ou tudo isso junto como eu), índio é índio e ponto final. A gente não tem noção da grande diversidade de culturas e crenças debaixo do rótulo guarda-chuva de 'índio'. Conversei hoje com ticunas, wananos e yanomamis. Agora... além da beleza do artesanato dessas etnias, me chamou a atenção a forte presença do artesanato peruano. Segundo uma das artesãs com as quais conversei, os índios Ticuna (que habitam tanto o Amazonas quanto o Peru) viajam de um lado pro outro trazendo artesanato de lá prá cá. Ouvir isso me fez lembrar na hora da música do John Lennon... 'imagine there's no countries, it's easy if you try'... ticunas são ticunas no Brasil ou no Peru... para quê fronteiras, né?

Agora... se - como eu - você se importa com a procedência das peças, é bom sempre perguntar pro vendedor de onde elas vieram.
Praça Tenreiro Aranha

Arte Wanano

Amo este colorido

Bichos preguiça de Mongulu, acho que é a mesma coisa que miriti

Sous plaits de palha...mandalas maravilhosas
 
Arcos, flechas e paus de chuva

Cestaria Yanomai

Pente de índio

Comprando, ou melhor, investindo no Mercado das Pulgas




Vontade não faltou... 

Cestaria Ticuna



















Peruanos pícaros

Mara, a moça wanana que me vendeu lindas mandalas

Curiosidades botânicas

Até bem pouco tempo atrás, Tucumã era, para mim, o nome de uma província na Argentina onde vive meu querido amigo Sergio Ovruski. Mas, nas minhas últimas andanças por Manaus, aprendi que tucumã é, também, o nome de uma palmeira, a Astrocaryym aculeatum muito presente na culinária amazonense. Faz-se de tudo com o tucumã: come-se com pão, com tapioca, na pizza, em sorvete... e, não bastasse isso, a semente é usada para artesanato. Ela é bem dura e usada para confeccionar brincos e aneis com prata. O contraste da semente escura com a prata dá uma combinação muito fina. Aprendi também que um anel que comprei em Brasília e que me falaram que era feito de coco é, na verdade, feito de tucumã! Por isso que eu sempre digo - gosto de viajar, de circular, de conversar com gente da terra... porque tem coisas que não estão nos livros nem nos sites...

Na dúvida, experimente de novo

Não sei ao certo de onde isso vem, mas adoro comer coisas diferentes. Na maior parte das vezes, me dou bem. Outras, não tanto. Mas melhor uma vida com sabores diferentes para lembrar do que comer sempre o mesmo prato. Desta vez, comi o tacacá. Acho que já tinha comido antes, em Belém. Mas não tenho certeza. Esta é a vantagem de ter memória ruim - a gente faz a mesma coisa mais de uma vez e fica achando que é sempre a primeira vez.

O tacacá é feito com tucupi, leva goma de tapioca, camarão seco e jambu. O jambu (Acmella oleracea) é uma folhinha que anestesia a língua e que me lembro de ser bastante presente na culinária do Pará por causa de alquilamidas. Dizem que as folhas têm propriedades anestésicas, digestivas e diuréticas.

Agora, já posso dizer que comi tudo o que Ney Matogrosso canta em 'Não existe pecado ao sul do Equador': Deixa a tristeza prá lá, vem comer, vem jantar sarapateu, caruru, tucupi, tacacá... Ê Brasilzão maravilhoso cheio de sabores e receitas!


Sobre o Tacacá (Wikipedia)
Tacacá é uma iguaria da região amazônica brasileira, em particular do estado do Pará. É preparado com um caldo fino e bem temperado geralmente com sal, cebola, alho, coentro do norte, coentro e cebolinha, de cor amarelada, chamado tucupi, sobre o qual se coloca goma de tapioca, também conhecida como polvilhocamarão seco e jambu. Serve-se muito quente, temperado com pimenta, emcuias. O tucupi e a tapioca (da qual se prepara a goma), são resultados da massa ralada da mandioca que, depois de prensada para fazer farinha, resulta num líquido leitoso-amarelado. Após deixado em repouso, a tapioca fica depositada no fundo do recipiente e o tucupi na sua parte superior.
Sua origem é dos indígenas paraenses e, segundo Câmara Cascudo, deriva de um tipo de sopa indígena denominada mani poi. Câmara Cascudo diz que “Esse mani poí fez nascer os atuais tacacá, com caldo de peixe ou carne, alho, pimenta, sal, às vezes camarões secos.”.


Tacacá na Praça São Sebastião

Pirarucu a Delícia

Tapioca com castanha-do-brasil

Mendokusai

Não é que eu seja mal humorada. Eu apenas gosto de exercer os meus direitos de me programar, de me organizar e de receber aquilo que contratei... e, também, não é que eu seja chata. É que meu tempo é um recurso finito, escasso e não renovável. Portanto, não gosto de desperdiçá-lo... dinheiro, eu até gasto à toa... tempo, não. Passei o dia de hoje de folga forçada em Manaus. Mal começamos o curso com o pessoal da CODESAV e IDAM e a luz acabou. Uma hora se passou, duas horas se passaram e nada dela voltar. A essa altura, mesmo se a luz voltasse, não conseguiria cumprir o programa todo dentro das horas que os alunos tinham disponíveis. E decidimos suspender o curso e concluir somente em março do ano que vem, quando eu voltar para cá para o Enfisa Norte. Depois ficamos sabendo que o blecaute foi geral na cidade.

A luz só voltou por volta das 14h e, a essa altura, eu já estava fazendo a única coisa que eu poderia fazer sem internet, sem bateria no notebook e sem sinal da Tim no celular: batendo perna. Claro que adoro bater perna, claro que adoro fazer compra, mas nessa situação... Tá... algumas pessoas até podem dizer que estou fazendo tempestade num copo d'água... que se todos os problemas do mundo fossem esse, tava bom... que ninguém vai morrer porque o curso teve que ser interrompido. Concordo com tudo isso. Eu sei que ninguém tem culpa se um raio caiu... racionalmente, sei que estou sendo exagerada. Mas... odeio a sensação de dever não cumprido. Odeio voltar para casa sem ter concluído minha tarefa. De novo - não é que eu seja chata, sou é focada em resultado e a falta de resultados me deixa tiririca assim. Prá mim, isso tem gosto de cabo de guarda-chuva... mas... como dizem, o que não tem solução solucionado está. Volto pra casa aborrecida, mas consciente por ter feito a minha parte dentro dos recursos que estavam disponíveis. Sinto pela Codesav, que disponibilizou passagens e hospedagem prá gente vir prá cá... sinto especialmente pela Alessandra, que se dedicou tanto para que o curso acontecesse... e prometo que, na primeira oportunidade que houver, a gente vai até o final.
Meus semi alunos amazonenses

domingo, 28 de agosto de 2011

O INPA, finalmente conheci o INPA!

Bióloga que sou e apaixonada pela Amazônia que sou, claro que sempre sonhei um dia conhecer o INPA -Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia. E, para minha felicidade, o INPA fica pertinho da CODESAV e a Alessandra me levou lá para almoçar e para conhecer o peixe-boi e outros bichos e plantas da Amazônia. Almoçar lá é uma festa pq o restaurante não tem paredes... então a gente ouve os barulhinhos e sente o cheiro do mato... e os jardins... os bichos... tudo muito caprichado, uma parada imperdível para quem visita Manaus.

Os maias enterravam seus mortos aos pés da samaúva (= ceiba) para que a árvore - que chega a 60 m de altura - levasse a alma da pessoa pro ceu. Joguem minhas cinzas aos pés de uma samaúma na Floresta Amazônica.

Um ipê amarelo em final da florada... olha... eu não tenho como saber a altura desta árvore... mas tinha mais de 10 m...

Com Alessandra, caminhada após o almoço e altos planos pro ENFISA 2012.

O peixe-boi... eles são lindos e enormes! Nunca tinha visto assim de tão pertinho! Apaixonei!

Quando eu era bióloga, estas vespas eram predadoras... agora são ladras de macarrão! Eita adaptabilidade! Esta cortou um disco do meu macarrão e levou embora... tenho o filme para provar.

Não sei o que é, não sei como chama... mas achei tão lindo...

Fica tranquilo, um mês passa depressa...

Foi com essa frase que o Marcos, com seu elegante sarcasmo, deixou o Oder apavorado na reunião preparatória do ENFISA 2008 que aconteceria em Rio Branco no mês seguinte... o coitado do Oder já estava em pânico e, com uma 'força' dessas, deve ter passado quatro semanas sem dormir... mas é assim mesmo... quem coordena um evento pela primeira vez fica preocupado, é natural... mas, à medida que o ENFISA vem amadurecendo, a gente já tem uma agenda de trabalho mais ou menos pré-determinada... e acho - ou espero - que isso facilita...e, também, agora os preparativos começam bem antes do que no tempo do Oder... mal termina um evento e a gente já começa a trabalhar no evento do ano que vem...

Este mês, demos o pontapé inicial em Manaus, que sediará o Regional Norte do ano que vem. A Alessandra e a Bárbara fizeram um grande trabalho no sentido de mobilizar o pessoal da Saúde, CREA, SFA, Universidade e Federação da Agricultura. Foi decidido, que haverá um curso pré-evento, da mesma forma que realizado em Boa Vista e que tentaremos trazer os CREAs da região Norte para se reunirem em paralelo aos fiscais dos estados. Foram também levantados os temas para discussão e tomadas providências para contratação de infraestrutura e programação social.

E vamo que vamo. O evento é 'só' em março mas sete meses também passam rápido!
Em primeiro plano, da esquerda para a direita: Andrea Waichman (UFAM), Alessandra Fabíola Siqueira D'Castro (CODESAV), Eunice Cunha Menezes (FAEA), Antônio Joaquim do Espírito Santo Oliveira (CREA-AM), Maria Aldenir Mota de Brito (SFA-AM). Em segundo plano: eu, Augusto Kluczkovski Jr. (FVS).

Participam também da Comissão Organizadora: Bárbara Brandão (CODESAV), Luiz Antônio da Silva (CODESAV), Izaura Ester Delgado de Souza Pires (CODESAV) e João Lucas Neto (CODESAV).

domingo, 21 de agosto de 2011

Batendo perna (e foto) no Centro Histórico de Manaus

Hoje já é dia 28, já faz duas semanas que estive em Manaus e ainda não consegui ainda postar as fotos do centro da cidade... mas é que agosto foi brabo...

Manaus foi fundada no século XVII e teve seu auge no ciclo da borracha no século XIX... é dessa época a construção de um teatro que, na minha opinião, é um dos mais lindos do Brasil. Não que conheça muitos... mas o de Manaus é realmente de tirar o chapeu. O que mais impressiona é a cúpula, que tem um mosaico muito rico... pelo que li, ele é formado de 36 mil peças trazidas de Paris. Um luxo.

Bem em frente ao teatro, tem o Monumento pela Abertura dos Portos às Nações Amigas, inaugurado em 1900, por ocasião da abertura dos portos do Rio Amazonas ao comércio internacional. É lindo e tem tudo a ver com as ideias que circulam no espaço entre minhas duas orelhas atualmente... mas... me chamou a atenção a presença de apenas 4 barcos: Evropa (não é erro, não... antigamente se escrevia assim), Ásia, África e América... a Oceania não aparece... não consegui uma boa explicação para isso ainda...

E do lado, a Igreja de São Sebastião, também do final do século XIX... paradinha para pensar na vida e em tudo de bom que ela tem me proporcionado... a Alessandra me contou que a igreja só tem uma torre porque a outra foi perdida...

Início da caminhada do Porto ao Teatro - este é o Prédio da Alfândega. Como muitos outros em Manaus, o projeto e todo o material foi trazido de navio da Europa.

Teatro Amazonas, com sua cúpula maravilhosa. Fico me perguntando quem foi o obstinado que levou a cabo o projeto desse mosaico...

Monumento pela Abertura dos Portos às Nações Amigas, do escultor italiano Domênico de Angelis, em mármore, granito e bronze. Detalhe para os psicitacídeos que, ao vivo, eram bem verdinhos... pena que a foto ficou meio sem cor...
Cúpula da Igreja de São Sebastião, a pintura foi trazida pronta da Itália.
Alessandra, da Codesavm coordenadora do Enfisa Regional Norte 2012, minha professora sobre Manaus!





Ler mais sobre o Teatro Amazonas e a Igreja de São Sebastião