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sábado, 1 de outubro de 2011

Ji-Paraná - olha eu aqui outra vez!

Prá quem nunca tinha ido ao estado de Rondônia, até que tá bom ir três vezes num prazo de quatro meses, né? A primeira vez foi para uma reunião da Comissão de Agricultura do Senado e a segunda para curso sobre Análise de Risco de Pragas. A ideia inicial era fazer uma turma única, mas eram mais de 50 técnicos e seria bem complicado trabalhar... então decidimos dividir a turma no meio e o resultado foi excelente pois a estrutura da Unijipa possibilitou que trabalhássemos com um computador por aluno. Desta vez, o Ângelo foi apresentar o Mestrado Profissional em Defesa Sanitária Vegetal e o pessoal curtiu muito. Outra novidade desta turma foi a participação de profissionais da SFA-RO e da Embrapa-RO. Integração total, parabéns ao Idaron por investir na capacitação de seus técnicos e por promover a integração com Embrapa, MAPA e Universidade. Não sei quando volto por esses lados, mas estarei de longe torcendo para que as sementes lançadas gerem bons frutos.


Turma do curso de ARP:
  • Antônio de Araújo Neto
  • Antônio Nunes Fernandes
  • Carlize Chavelli Lopes
  • Cíntia Gonçalves de Souza
  • Erica Guarnier Dias
  • Eutália da Cunha Alves
  • Gizelle Kvasne
  • Hebert Silva Cardoso
  • Jaqueline Armando da Cruz
  • Jorge Manussakis Barbosa
  • José Corsino Pereira Leite
  • José Nilton Medeiros Costa
  • Karolinne de Oliveira Couto
  • Leonardo Marcelo Barbiero
  • Luiz Emílio Vicentin Alves
  • Magno José de Oliveira Cruz
  • Nilton Máximo da Costa Jr
  • Odete Borchardt
  • Sérgio Antonio S. Piacentini
  • Sérgio Lúcio Valadão de Miranda
  • Sérgio Onofre Marinho
  • Sidicléia Mafra de Souza
  • Sílvio Régis S. Rodrigues
  • Yuri Eloi Ferreira Carrijo
  • Zenaide Rocha Brito


Ângelo Pallini, coordenador do Mestrado Profissional em Defesa Sanitária Vegetal da UFV.

Andrea Stancioli, companheira dos cursos de ARP.

Integração total: IDARON + UNIJIPA + EMBRAPA + SFA-RO. Obrigada à Rachel, ao Augusto e equipe que não mediram esforços para realizar mais este curso.

Infraestrutura: melhor impossível. O desafio: disputar a atenção dos alunos com um computador ligado à internet... mas eles foram super compenetrados e cumpriram todas as atividades propostas.

IDARON realiza curso de Análise de Risco de Pragas

A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia – Idaron, por intermédio da Gerência de Defesa Sanitária Vegetal estará iniciando amanhã (28) a Segunda Turma do curso Ameaças Fitossanitárias e Análise de Risco de Pragas para capacitação de Engenheiros Agrônomos da Idaron e pesquisadores da UNIR e EMBRAPA. O encontro acontecerá no auditório de informática da Faculdade UNIJIPA em Ji- Paraná.

Este curso tem o objetivo de melhorar os trabalhos de Defesa Sanitária Vegetal no Estado de Rondônia. O curso será teórico e prático com carga horária de 20 horas presenciais e 20 horas de atividades à distância.

O curso será ministrado pela Dra Regina Sugayama e o Dr. Ângelo Pallini da Universidade Federal de Viçosa. Durante o curso os participantes terão demonstrações de sistemas online e off-line para busca de informações sobre pragas. Ao final do curso será aplicada uma avaliação escrita e que consistira da interpretação de instruções normativas que regulamentam requisitos fitossanitários para importação de material vegetal.

A primeira turma foi formada no mês de julho realizou um trabalho para elaboração de uma avaliação de risco de praga, na qual a turma foi dividida em duplas e escolheu uma praga quarentenária ausente para o Brasil que tenha sido relatada na Bolívia, Peru, Equador ou Paraguai. Esses trabalhos foram entregues e consolidados, e serão publicados pela Agência Idaron, como um documento relatando as ameaças fitossanitárias para o Estado de Rondônia e para o Brasil.

http://www.idaron.ro.gov.br/portalNovo/nwVerNoticia.aspx?idNoticia=237

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Uma semana em Rondônia... não podia faltar churrasco!

Fiquei cinco dias em Rondônia... terra onde tem quase 8 cabeças de gado para cada cabeça de gente. Um dos maiores rebanhos bovinos do Brasil, com quase 12 milhões de cabeças, a maior parte para corte, perto de 65%. Na quinta-feira rolou um churrasquinho preparado pelo Augusto e colaboradores. A macaxeira tava boa, a linguiça tava boa... o vinagrete... tudo bom...mas a picanha... minha gente... estava excepcional! Macia e saborosíssima! Nessa noite, não teve jeito - tive que contrariar ordens médicas...


Curso sobre ARP em Ji-Paraná - mil vezes curti!

Gosto de dar aula, aliás, adoro. Estar com alunos é sempre uma oportunidade de aprender coisas novas, de intercâmbio de informações. Esta semana, Andrea e eu estivemos ministrando um curso sobre Análise de Risco de Pragas e Ameaças Fitossanitárias para 29 fiscais do IDARON e do IDAF, em Ji-Paraná. Foi bem interessante. A principal novidade é que, ao invés de fazer uma wiki para postar os conteúdos, fizemos um grupo na RITDA. Ficou mais interativo e mais fácil de trabalhar. Os alunos conheceram os recursos que ela oferece e aprenderam a procurar dados no site da OMC, da CIPV e do MAPA. Fizemos exercícios e provas práticas e, ao final, todos pareceram bem animados para fazer a prova: uma avaliação de risco de praga A1 presente em países fronteiriços. Assim, ao final, teremos um produto bem interessante para o IDARON e o IDAF - 14 fichas de pragas avaliando o risco que elas representam para Rondônia, Acre e Brasil. A organização do Augusto, Rachel e equipe foi perfeita. A infraestrutura da Unijipa foi perfeita. E os alunos irrepreensíveis. Tudo nota 10. Curti demais.


Participaram deste curso: Adson dos Santos Ribeiro, Alencar Pedralli da Silva, Alex Elias Braga de Paula, Alexandre Koberstain, Antonio Soares de Souza, Augusto Fernandes Neto, Cleto Simão de Souza, Creuza Soté, Dagoberto Gonçalves de Abreu, Éderson Dias da Silva, Ernesto A. Moraes da Silva, Getulio Moreno, João Paulo Souza Quaresma, José Leomar de Oliveira, Josiel Barbosa de Figueiredo, Lindomar Pereira Simões, Luiz Orlando Gregório, Marcos Antônio Freire, Marcos Maruo Maruyama, Margarido Valentim Rodrigues, Maria Fernanda C. A. Marques, Queiciane Paniago Coleta, Rachel Barbosa da Silva, Rodrigo da Silva Guedes, Sirley Ávila Queiroz, Suelen Marcon Piva, Viviane Ciriaco Gomes

Hoje... três dias após o término do curso... ainda sou capaz de associar o nome à pessoa e ao local onde cada um sentava na aula... mas... certamente isso não será verdade daqui a um mês... portanto, estou salva pela RITDA! Please, alunos, coloquem suas fotos em seus perfis e ajudem esta pessoa com muita memória RAM mas HD de baixa capacidade...

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Melhorias na infraestrutura viária e Defesa Agropecuária - dá para conciliar?

A viagem que fiz ao Equador em 2008 foi muito importante, sob todos os pontos de vista. Fiz grandes amigos, pude conhecer a organização de vários setores do agronegócio de lá, visitar propriedades e conhecer o projeto Manta-Manaus, que trata da construção de um eixo multimodal de transporte ligando o porto de Manta, no Pacífico equatoriano a Manaus. Um projeto ousado e que, implementado, possibilitará o incremento significativo no comércio bilateral. E foi por causa desse projeto que uma organização equatoriana contratou a execução de 7 ARPs para frutos e outros produtos equatorianos. Foi muito gratificante realizar esse trabalho e, também, foi o nascimento de uma baita pulga atrás da minha orelha... sim... porque o que entra legalmente, com CFO e todos os requisitos fitossanitários atendidos representa um risco aceitável para o Brasil... mas... ao melhorar a infraestrutura viária, inevitavelmente, vai aumentar o trânsito de pessoas portando mercadorias ilegais, sejam elas insumos ou produtos de origem vegetal e animal. Prá fazer a pulga crescer ainda mais atrás da minha orelha, tomei conhecimento do PAC de infraestrutura, que prevê uma série de rodovias e pontes unindo os estados do Norte do Brasil a países como Guiana Francesa, Bolívia, Guyana, Venezuela e Peru. E, então, para responder a um questionamento do Odilson, fiz um levantamento rápido das pragas quarentenárias ausentes para o Brasil com ocorrência nos países da América do Sul, para que pudéssemos ter um retrato melhor do quanto essas obras poderiam representar um aumento no risco de ingresso de pragas agrícolas.

E foi por isso que, em 2009, fui a Belém para a primeira versão de uma palestra que já apresentei várias vezes, tentando alertar para a presença dessas pragas e o risco que elas representam para nossa agricultura... já ministrei na Bahia, no Rio Grande do Norte, São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais, Roraima... e foi em Roraima que a Rachel viu... e achou que fazia sentido... e então me convidou para apresentar o trabalho numa reunião da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal em Ji-Paraná, RO... resultado = eu falando para a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal.

Foi interessante pela oportunidade de conhecer o funcionamento de uma reunião do Senado... e também por ter tido a chance de colocar essa pulga gigante que habita o meu pavilhão auditivo há anos para todo o Brasil... foi tudo transmitido ao vivo pela TV Senado, Rádio Senado e pela internet. A apresentação rendeu um release que, ontem, havia sido citado em mais de 10.000 páginas da internet. Vamos ver se minha pulga conseguiu incomodar mais gente por aí... o que eu realmente gostaria de ver é o aspecto sanitário ser considerado no momento de se licenciar uma obra de infraestrutura. Sim, porque da mesma forma que o empreendedor é obrigado a obter uma licença ambiental que avalia os aspectos ambientais e riscos associados, deveria ser obrigado a obter uma "licença sanitária".


Fernando (SFA-R), eu, Ivo Cassol (senador pelo PP-RO), Acir Gurgacz (senador pelo PDT-RO)

Rachel Barbosa, do IDARON. A responsável pelo convite. Many many thanks.
Com equipe do Idaron relaxando após a reunião