"Toda viagem deveria oferecer oportunidades para uma maior compreensão de si - e, na verdade, muitos livros de viagens são autobiografias disfarçadas: livros sobre o viajante, e não sobre o lugar" (Paul Theroux)
domingo, 1 de janeiro de 2012
2011 foi do jeito que eu gosto: prometeu e cumpriu!
O que fica mais evidente olhando a agenda do google é que viajei. Viajei demais em 2011. Foram 135 viagens de avião em 2011, 30% a mais do que em 2010 e 2009... bom? Talvez. Tem situações que a vida não nos dá o direito de responder se a gente gosta ou não gosta. Se algo é bom ou ruim. Ela simplesmente nos impõe que seja assim e ponto final. E eu viajei. Desde que vim morar em BH há três anos e meio, visitei todos (sim, eu disse todos) os estados do Brasil. Todinhos... e mais alguns países por aí... uns 9 ou 10, talvez. Tem gente que pensa que isso é um vidão. Tem gente que acha que é loucura. Em algum lugar no meio do caminho entre vidão e loucura deve estar a verdade.
Ainda bem inventaram também o Google Docs e Dropbox. Sim, porque com uma agenda destas, ficaria impossível trabalhar sem Google Docs e Dropbox. 2011, foi o ano de me mudar de vez para a nuvem. Podem roubar ou atropelar meu notebook que meus arquivos continuarão lá, na nuvem, intocados... aprendi um punhado de aplicativos na nuvem, passei a usar recursos de crowdsourcing através do Projeto Maestro e do WeDoLogos. Aprendi, também, a usar aplicativos úteis de Facebook como o LikeStore e o MoIP. Resultado: minha lojinha online funcionando, o Mercado das Pulgas. Ainda tá devagar, não consegui em 2011 postar todas as peças... mas, chavões à parte, toda grande viagem começa com um primeiro passo. O mais importante é o aprendizado dessas novas ferramentas e tecnologias, que expandem - e muito - o meu universo mental.
E, por falar em aprendizado, no final de 2010, me propus a aprender um idioma em 2011. Havia pensado no Italiano, pois é um idioma que acho bonito... devido a circunstâncias da vida, acabei optando pelo Japonês. Apesar das duas línguas serem faladas cada uma em apenas um país do mundo, o Japonês será mais útil para os meus planos de longo prazo. E deu para aprender bastantinho, até. Apesar do pouco tempo para estudo, apesar da agenda atribulada e da falta de disciplina. Resgatei o que aprendi nos anos de nihongako, assisti doramas, filmes e ouvi muita música. Para 2012, é algo que vou manter. Ainda mais agora, que encontrei um importante aliado em Fukushima para realizar a pesquisa sobre a família Sugayama no Japão. Mais do que nunca, tenho pressa em aprender japonês em nível suficiente para ir lá conversar com as pessoas... E teria ido... aliás, estaria por lá hoje se não fosse o desastre na usina de Fukushima... exatamente o local para onde eu tenho que ir fazer minha pesquisa pois é onde viveram meus ancestrais... Acho que ninguém entende direito esse meu lance com os ancestrais Sugayama. Na verdade, nem eu entendo direito. Não entendo por que é que me sinto tão Sugayama e tão pouco Kawahara, Sato e Makigusa. Afinal de contas, sou 25% de cada uma dessas famílias. Mas assim são as paixões: inexplicáveis... 'inentendíveis'...
2011 foi o ano em que um androide mudou minha vida. Entrou na minha vida em abril para ficar até que uma tecnologia melhor venha a surgir. Virei fã de carteirinha do sistema operacional do Google para celulares. No meu android, eu tenho de tudo - de previsão do tempo a aulas de Japonês. De Gerenciador Financeiro a Gtalk. Muito prático. Imagina ter, no celular, acesso a todos os arquivos do Dropbox, é o fim do pen drive, é o fim do hd externo...
No trabalho, 2011 foi tudo de bom, também. 4 Enfisas realizados, não sei quantas palestras proferidas em várias partes do Brasil... 5 cursos ministrados para mais de100 profissionais de Defesa Agropecuária... um curso internacional organizado... o Mestrado em Defesa Sanitária Vegetal em pleno funcionamento na UFV... minha primeira aluna mestre! Várias ARPs concluídas, algumas INs publicadas... e a RITDA, minha menina dos olhos, sempre motivo de satisfação... fechou 2011 com mais de 5.500 membros cadastrados e cada vez mais consolida-se como um local de encontro de profissionais da área. É bom olhar para o ano que acaba de acabar e ver o quanto foi possível realizar. Tudo isso registrado direitinho na minha agenda do Google... dá gosto de ver.
E o que não está na agenda dá gosto de lembrar, também... por exemplo, em 2011, consegui me reduzir bastante minha dependência do computador e do celular. Podem trucar à vontade, sei que é difícil acreditar. Mas, em 2011, consegui retomar dois hobbies antigos - a leitura e o artesanato - e isso é uma conquista e tanto. Porque, nesta vida 2.0, a gente acaba perdendo a capacidade de ler página por página, a gente se vicia em Control +F e Control + Z. Duas coisas que não existem nem na pintura nem na leitura. Então, recuperar a capacidade de pintar e de ler livros (neste ponto sou conservadora e não consegui ainda aderir ao e-book) é um sinal incontestável de redução da minha nomofobia.
Em 2011, ultrapassei a meta à qual havia me proposto de ir ver minha família quatro vezes ao longo do ano. Fui 5 vezes para Bauru, um recorde desde que saí de casa há mais de 20 anos! É bom ver que, aos poucos, a vida se reorganizou. Depois de toda a turbulência de 2007-2009, é bom demais ver que 2011 foi um ano em que a vida retomou o rumo certo, em todos os sentidos. Que comece 2012 com a inércia boa do 2011 maravilhoso. Por mais que o tempo voe, por mais que a agenda do Google já esteja lotada de compromissos para 2012, por mais que sobre pouco tempo para fazer nada, eu não me importo - durmo tarde, acordo cedo e vivo ao máximo cada minuto meu na Terra. Inicio 2012 muito otimista (normal), sem grandes resoluções... dieta? Meus hábitos alimentares já mudei bastante em 2011... amor? Já está ocupada a vaga desde 1.1.11... trabalho? Tá do jeito que pedi a deus com muitos projetos em andamento e outros tantos por iniciar. É, depois dos anos de reacomodação em que colocaram minha vida num liquidificador e sobrou só a carcaça... agora a vida está perfeita, vamos em frente 'viver tudo o que há prá viver, vamos nos permitir'!
sábado, 10 de dezembro de 2011
Aprender japonês não é mais apenas importante para mim. É urgente!
Estava um dia trabalhando quando fui abordada por uma pessoa do Japão, de nome Hidero Futakami, que acabou por se tornar um amigo muito querido. Ele é da região de Fukushima e escreveu um livro sobre a história da emigração da região de Fukushima para o Brasil. E, para minha surpresa, um dos personagens que ele estuda é justamente o meu bisavô paterno, Washizo Sugayama (ou, como costumo dizer, o pai do pai do meu pai). Eu já escrevi uma pequena biografia dele e um post... mas, na época, eu não sabia quase nada sobre ele. E, agora, depois de muitas conversas com este amigo não Sugayama que se interessa pela história da família Sugayama, aprendi muito mais.
Me perdoe meu bisavô pela expressão que vou suar agora. Me perdoem quem lê este blog, pelo mesmo motivo. Mas o cara era foda. O cara era O CARA. Tenho uma paixão e uma admiração por ele que ultrapassa os limites da razão... afinal, sequer o conheci... ou, se conheci, não tenho nem como lembrar pois ele faleceu quando eu tinha menos de três anos... mas soube através do meu amigo japonês que ele doou quantias significativas de dinheiro para os japoneses vítimas da bomba atômica em Nagasaki e Hiroshima, que ele ajudou a re-casar viúvas dos soldados que combateram na guerra... e que ele doou roupas para refugiados da guerra, além de açúcar. Ele me contou, também, que não ficou nenhum parente próximo em Fukushima, veio todo mundo pro Brasil... o único que, inicialmente, ficou por lá, foi meu avô, Makoto (pai do meu pai) mas depois de três anos, ele veio também para o Brasil.
Agora... alguém me explique... por que é que fui abandonar as aulas de nihongô? Quanto de história da minha família estou perdendo por não ser capaz de ler um texto em japonês? Por que é que este novo amigo surgiu somente agora, depois do acidente nuclear de Fukushima? Não fosse isso, eu estaria lá, antecipando em 30 anos a viagem que sonho fazer um dia...
Histórico do Facebook, para que não se perca na memória volátil de lá:
祖国救援に起つ在伯県人
県人のナンバーワンは何といっても菅山鷲造氏(相馬郡出身)で去る二月廿五日サンパウロ市で開かれたサンパウロ市救済会の理事長は固辞したが地方委員会の委員長は圧倒的な多数で推薦された、同氏はこれまでに三十億近くの個人財産を日本救援物資費用として自弁しているということである
県人会支部長は村井喜代巳氏、県海外移住協会では月一回サンパウロ州県人に通信を発送しており移民許可の場合の対策を今から準備している
stands up of one fukushima kenijin for saving mother country japan.
sugayama wasizo refuse assumption to president of commitiy "save japan campain" in san paulo.
but he was elected a chair man of rocal san palo city comitty by a sweeping multitude. he already donated milion maney for saveing japan campain.
未亡人にブラジルの新天地
特に石神村出身のブラジル、サンパウロ市百貨店主菅山鷲造氏から未亡人や生活困窮者に数々の救援物資が送られたり、同村在住の海外協会新谷(清亮)常務理事や堀川嘱託から海外事情を聞いて何かと口うるさい内地で結婚するよりは南米の新大地に再生の途をはかりたいという希望者が多いところから県海外協会に在伯同胞との再婚を望む未亡人六名を同協会サンパウロ支部へ紹介してしてやったら折返して「こちらにも再婚希望者が何人もあり一人ひとりの交渉では手間取るからこっちからも写真を一緒にて至急送られたい」と申し込んできた。とりあえず石神村の未亡人百廿名のうちから海外渡航出来る条件に合った希望者の写真をまとめて近く発送、海をへだてて集団見合いが行われる
sugayama washizo arranges re-marriage of japanese war widows and japanese brasilians.
many widows want it than the re-marriage at narrow society of japan.
ブラジル移民社会と戦災農村との交点
昭和23年6月19日福島民報
ブラジルの綿布どっさり
石神村出身の廿氏から厚意の贈り物
相馬郡石神村出身でブラジルに在住の菅山鷲造氏をはじめ同村出身のブラジル在住の廿名からこのほど同村に綿布が多量におくられて来たので廿戸の戦災者がこの厚意に感謝しながら十三日交付式を行い、十七日同村戦災者共同組合長小山田利悦氏が感謝の礼状を発送した
送り主はいまから三十年前郷里を離れた人ばかりだが昨年十二月にも一ポンドずつの砂糖を戦災者個人あてに送ってきてある
sugayama washizo and 20 persons from ishigami village gave many cotton closes to japanese war refugies with goodwill.
he sent 1 pound sugaer to each refugie last december.(1947)
from a news paper fukushima minpo microfilm by prange lib.wasing ton USA.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Sobrinha nova a caminho
domingo, 24 de julho de 2011
Vantagens do Android segundo Regina Sugayama ou Amor I love you
Cabe aqui um comentário sobre o Android... ele entrou na minha vida num voo qualquer no início de 2010... foi paixão à primeira vista... vi e pensei 'um dia, vai ser meu'... dito e feito... A relação começou em 2010 e, no início era algo assim meio inconsciente... eu curtia, mas não entendia direito o que estava ali diante dos meus olhos. Mas depois da feira de GSM de Barcelona, fiquei conhecendo com mais profundidade e estou hoje com meu segundo Android, que é muito melhor que o primeiro. Muito mesmo. Sabe, acho até que ele consegue viver sem mim. Bom... tenho certeza disso. Acho, também, que eu até que conseguiria viver sem ele, mas seria mais difícil. Afinal de contas, ele facilita muito a minha vida e acabei ficando dependente dele. Adoro o fato dele ser capaz de realizar mais de uma tarefa ao mesmo tempo. Um diferencial e tanto para geeks TDAs como eu... ele dá vida nova ao meu computador esteja eu onde estiver... e não falha: outro dia, navegando no Rio Machado no interior de Rondônia, ele estava lá firme e forte. Com ele, consigo ficar por dentro de tudo o que acontece ou está por acontecer... ele atualiza e sincroniza contatos, compromissos... me lembra das tarefas... ele me informa também tudo o que acontece no Facebook e agora Orkut... ele me orienta nos caminhos da vida e não me xinga quando erro o caminho... pacientemente ele me explica tudo de novo outra vez... sem alterar o tom de voz... e o melhor de tudo: sem cobranças. Tê-lo por perto me acalma, diminui minha ansiedade... engarrafamento? Tudo bem... ele me distrai com as novidades dos amigos... Fila no banco? Normal também... puxo um dos zilhões de vídeos do YouTube... Voo atrasado? Na boa, aproveito o tempo para aprender algumas palavras em Japonês com ele... Está decretado o fim do tédio. Posso dedicar uma música prá ele? 'Deixa eu gostar de você, isso me acalma, me acolhe a alma, isso me ajuda a viver'...
Uma imensa Família Feliz fotografada numa estrada em Rondônia
Um Solteiro Feliz Etílico... esta foto não é minha não. Veja no site original.
Minha Família Feliz, na Feira em Barcelona... esta foto não é minha também, não... é do JC que voltou me contando maravilhas sobre Android.
Um texto sério comparando Android e iOS... nunca usei iOS, mas pela conclusão do autor, acho que vou ficar com Android até que surja algo melhor que ele para pessoas anormais:
"O Android tende a atender aos interesses de consumidores mais exigentes quanto a tecnologia, como nerds e geeks. O iPhone e iPad podem ser mais indicados para pessoas normais"...
Android x iOS - Finalmente uma comparação imparcial
Postado por Matheus Gonçalves em 13/01/2011 21:36
Blog: TOAD GEEK
Inicialmente, preciso deixar claro que os testes citados neste artigo foram realizados por um feliz usuário de ambos os sistemas: No caso, eu mesmo. As versões utilizadas nesta análise foram o Android 2.2 Froyo e o recém-lançado iOS 4.1 – sem jailbreak – fornecidos pelo fabricante sem alterações, para ser justo. Mas a idéia é criar um panorama geral.
Principais Vantagens do Android
• O sistema Android permite a prática do compartilhamento de internet via Wi-Fi, transformando o telefone em um modem de banda larga. Desde a versão 2.1 isso é possível, mas somente no 2.2 Froyo esse recurso se tornou nativo do sistema operacional. O iOS só faz isso via Bluetooth ou USB, quando a operadora contratada permite.
• Imagine que a conexão 3G do seu celular é tão boa que você gostaria de utilizar em seus computadores de casa ou escritório. Pois é, o Android 2.2 permite a criação de um hot spot Wi-Fi a partir do smartphone. Como dica: Apesar de gostar do atendimento e dos serviços da TIM, nos meus testes a internet da Vivo foi mais veloz para essa prática. E o gadget deve estar conectado à rede elétrica, pois o consumo de energia é grande.
• O Android roda páginas ou programas ou qualquer coisa em Flash. Com a chegada do HTML5 essa ‘vantagem’ tende a ser atenuada, mas, por enquanto, o sistema da Google consegue visualizar um conteúdo que Steve Jobs se recusa a permitir que seja visto no iOS.
• O Android é um sistema operacional baseado em Linux, que é Multi-thread desde sua origem. Ou seja, ele é capaz de executar vários aplicativos e processos ao mesmo tempo. O iOS 4.1 já permite aos desenvolvedores a utilização de algumas funções que executam processos paralelos em background, mas as APIs ainda são limitadas. Não se compara ao paralelismo disponível no Android. Nem de perto, infelizmente.
• Por manter as principais informações diretamente na tela inicial, os pontos de usabilidade ganham mais força no Android. Com poucos ou nenhum clique, é possível saber o que está acontecendo no sistema, bem como acessar os principais aplicativos. Se analisarmos o Android aplicando regras de validação de usabilidade reconhecidas e aceitas no mercado, como “Liberdade de Controle”, “Visibilidade de status do sistema”, “Flexibilidade e eficiência” ou até mesmo “Ajuda e documentação”, fica claro que o Android traz mais benefícios se comparado ao iOS.
• Para utilização do iOS 4, por exemplo, é necessário comprar algum produto da Apple. iPhone, iPod, iPad… Todos da empresa. Para usar o Android, você pode escolher o hardware que mais agradar, fabricado por pelo menos 5 grandes nomes da indústria tecnológica, incluindo Samsung, Motorola e Sony Ericsson.
• Programação para todos: A SDK – kit para desenvolvedores – do Android foi feita para funcionar em Windows, Linux e até mesmo no Mac. Por se tratar de um sistema operacional livre, de código aberto, a comunidade de desenvolvimento é amigável e receptiva, a documentação é ampla e a plataforma é democrática justamente por abranger usuários de diversos sistemas operacionais. A SDK do iPhone infelizmente só está disponível para usuários Mac e para publicar os softwares na loja de aplicativos da Apple e receber os seeds do sistema é preciso pagar US$ 99.
• Como o código do sistema é aberto, é relativamente simples criar acessórios eletrônicos programados para o Android, em casa. Novas interfaces, teclados customizáveis, motocicletas controladas pelo smartphone, controles de videogames, vários são os exemplos onde a criatividade foi aplicada em função do sistema operacional.
• Liberdade de escolha: No Android é possível escolher livremente qual aplicativo o usuário quer instalar. Os programas podem ser baixados do Android Market ou diretamente da Internet, sem qualquer validação. Isso traz uma desvantagem, pela falta de segurança que isso pode trazer, mas no iPhone você não pode utilizar um aplicativo que a Apple julgar como improcedente. No Android você usa o que você quiser e assume os riscos por isso.
• Por se tratar de um sistema operacional da Google, existe integração total com serviços, advinhe, da Google. Ferramentas como Gmail, Youtube, Gtalk, Google Docs, Pesquisa Google, Google Translate, Google Maps e vários outros que são amplamente utilizados na internet estão disponíveis em suas versões mobile, no Android.
• Dispositivos com Android custam menos: No Brasil é possível comprar – dentro da legalidade, pagando todos os impostos – um smartphone com Android por R$ 700. Os melhores aparelhos custam cerca de R$ 1.300,00. Um iPhone, no entanto, tem preço médio de R$ 1.800,00. Alguns modelos podem passar dos R$ 2.000,00.
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Principais Vantagens do iOS
• Não é lá uma vantagem do sistema operacional, mas é uma qualidade que merece ser citada: é inegável que o iPhone, iPad ou iPod touch são bonitos. Se comparados aos aparelhos que vem com o Android instalado, como o Motorola Milestone, principal expoente do sistema Google, a diferença de design é gritante.
• O sistema de notificações Push é algo que falta ao Android. No iOS ele funciona como um serviço (um dos que atuam em multithread) que fica ativo o tempo inteiro avisando sobre novas mensagens no Twitter, ou uma chamada VoIP via Skype ou Vonage, ou várias outras aplicações, mesmo que os softwares não estejam em execução. Para ilustrar: No Android, para receber uma chamada no Vonage, é necessário que o programa esteja ativo, esperando a ligação. No iOS, a ligação é recebida mesmo que o Vonage esteja fechado. Quem faz essa mágica é o Push e sem gastar bateria adicional para isso.
• Por causa da padronização de bibliotecas e estrutura de programação, o kit de desenvolvimento para iOS permite que os aplicativos criados sejam portados entre os aparelhos da Apple. Um software criado para iPhone pode facilmente migrar para iPad de forma quase transparente. No Android essa adaptação não é tão natural e requer um pouco mais de esforço.
• A Apple só deixa entrar em seu mercado de aplicativos os programas homologados por ela. Apesar de tornar o processo fechado e autoritário, isso garante a segurança de seus usuários. Um programa que redireciona mensagens ou rouba informações jamais passaria no rígido processo de aprovação dos aplicativos. No Android essa seleção só é feita depois que a falha foi descoberta e muitos usuários já instalaram a ferramenta e a classificaram como nociva.
• Todos os usuários do iOS recebem as atualizações de forma coerente e amplamente divulgada. No Brasil, para se ter uma ideia, os proprietários do Motorola Droid ainda não receberam a atualização para o Android 2.2 Froyo, que já está disponível para o mesmo aparelho aos clientes dos EUA e Europa. Isso por que cada fabricante e suas regionais decidem, conforme seus interesses, quando e como disponibilizar os updates.
• A função de captura de tela é super simples no iOS. Pode parecer absurdo, mas a reprodução da tela (conhecida como print screen ou screen shot) no Android é um processo complicado e sem sentido que envolve a SDK e o cabo de dados. Existem alguns aplicativos que prometem facilitar a tarefa, mas, convenhamos, uma função simples como essa deveria ser nativa do sistema operacional, como é no iOS.
• O Music Player do iOS é impecável. O iPod touch foi usado como padrão. Ele possui características bem interessantes, como o recurso Genius, que identifica faixas semelhantes e cria listas de execução com essas informações. A navegação entre os discos é simples e funcional. No Android, é necessário instalar uma ferramenta para isso.
PS: Não vou comentar a respeito do antennagate do iPhone 4. Apesar de ser um problema que afetou muitos dos clientes, não é um padrão do sistema operacional e sim um defeito de hardware exclusivo do smartphone em questão.
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Conclusão
Ambos os sistemas possuem vantagens e desvantagens. O Android tende a atender aos interesse de consumidores mais exigentes quanto a tecnologia, como nerds e geeks. O iPhone e iPad podem ser mais indicados para pessoas normais, sem ofensas, ou que buscam recursos avançados de entretenimento. Cabe a cada cliente decidir quais benefícios são necessários para si e quais defeitos são mais suportáveis.
Definir em qual classificação o usuário mais se sente à vontade: Nem todo mundo desenvolve programas para os aparelhos e nem todo mundo ouve música no celular.
E, claro: essa competição entre os fabricantes só beneficia o consumidor final.
Que a batalha continue.
Fonte: GEEKquinta-feira, 21 de julho de 2011
Julho é tempo da florada do ipê roxo... peraí... roxo??
Tia bióloga querendo incutir o mínimo de curiosidade na sobrinha a respeito da biodiversidade: 'Tá vendo aquelas árvores cheias de flor? São ipês roxos'.
Sobrinha de cinco anos esperta como ela só: 'Por que chama ipê roxo se as flores são lilases?'
Tia com cara de quem não sabe o que dizer: 'dãããããããããããããaãã......................'
domingo, 15 de maio de 2011
A Águia da Montanha de Kasuga
Estava revirando uns arquivos antigos e encontrei este texto, escrito em 2007 quando o professor Calegaro (então Reitor da UERGS) me pediu para indicar alguém para concorrer a uma homenagem por ocasião do centenário da imigração japonesa. Indiquei meu bisavô Washizo Sugayama, mesmo correndo o risco de ser acusada de ser parcial... mas... tirando o meu bisavô, eu não conhecia nenhum nihonjin que tivesse feito tanto quanto ele pelos nihonjins no Brasil na geração dele.... enfim... a indicação foi acatada pelo Reitor e o meu bisavô foi homenageado. Ele foi um grande cara. Não o conheci, mas tenho uma admiração muito grande por ele e um orgulho muito grande de ser bisneta dele.
Washizo = Águia, Sugayama = montanha Kasuga (o sobrenome original da nossa família era Kasugayama, mas algum dissidente há uns 400 anos resolveu fundar um ramo novo)
Washizo Sugayama, nascido na região de Fukushima (Japão) em 2 de fevereiro de 1882, filho mais novo de Shinzo e Chioko Sugayama. Casou-se com Sato Sugayama, com quem teve cinco filhos: Motoi, Makoto, Tikai, Wataru e Mamoro, além de uma filha que faleceu logo após o nascimento e que era irmã gêmea de Makoto. Seu primeiro filho (Motoi) também viveu pouco tempo. Veio para o Brasil com aproximadamente 35 anos, com os filhos Makoto, Tikai, Wataru e Mamoro. Estabeleceu-se inicialmente na região de Registro, SP, onde produzia chá e fundou a empresa Chá Ribeira. Residiu também
As seguintes pessoas contribuíram com informações biográficas:
Roberto Sugayama
Sumiko Takeda
Youko Kawahara
Ziro Sugayama
Mãe da Mariko (nora)




Washizo nasceu na província de Fukushima. Veio ao Brasil na década de 1920. Trouxe a família (esposa e 3 filhos). Deixou dois filhos no Japão. Chegou em Registro, curta permanência na lavoura e logo se instalou como comerciante. Foi muito bem sucedido no comércio de secos e molhados. Trabalhou também no empacotamento de chá no Vale do Ribeira. De Registro veio para São Paulo onde teve uma loja muito grande com 20 empregados em Pinheiros. Tinha grande tino administrativo. Expandiu seus negócios e abriu filiais e 10 cidades (Marília, Pereira Barreto, Cafelândia, Araçatuba, Lins, Norte do Paraná). Deu oportunidade para filhos, irmãos e sobrinhos. Muito religioso (evangélico), se dedicou a fazer o bem e a caridade. Ajudava patrícios