Depois de semanas olhando a florada do ipê em BH, fui ver hj as cerejeiras em flor no cinema. É um filme alemão, sobre pais, sobre filhos, sobre sonhos não realizados, sobre arrependimento e sobre perdão. Muito lindo. Numa das cenas, eles mostram o hanami, com o pessoal todo debaixo das cerejeiras fazendo piquenique, brincando... muita alegria para lembrar a efemeridade da vida.
"Toda viagem deveria oferecer oportunidades para uma maior compreensão de si - e, na verdade, muitos livros de viagens são autobiografias disfarçadas: livros sobre o viajante, e não sobre o lugar" (Paul Theroux)
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domingo, 18 de julho de 2010
sábado, 3 de julho de 2010
Hanami à belzontina
Japoneses celebram a florada do sakurá (cerejeira) com atividades ao ar livre, piqueniques... é a festa de hanami (haná = flor, miru = ver)... agora... eu aqui em BH me encanto todo inverno (e já é o terceiro!) com a florada dos ipês... rosa, roxo, amarelo e branco... ô lindeza que não tem fim!
Fotos:
1. Rua Bernardo Guimarães, ontem, roxo em plena flor
2. Praça da Liberdade, 2008, final da florada do roxo, início da florada do amarelo


PECULIARIDADES DOS IPÊS (Consultar fonte original)
O ipê é uma árvore ornamental. Em tupi-guarani, significa “árvore de casca grossa” e tabebuia é “pau” ou “madeira que flutua”). É típica do cerrado, mas também é nativa de toda flora brasileira. Uma árvore rara, sua floração ocorre uma vez por ano, no fim da estação seca, e tem duração efêmera. A planta é hermafrodita, e frutifica nos meses de setembro, outubro, novembro, dezembro, janeiro e fevereiro, dependendo da sua localização. Em cultivo, a espécie inicia o processo reprodutivo após o terceiro ano.
O ipê amarelo (Tabebuia ochracea) é a árvore brasileira mais conhecida, a mais cultivada. Não há região do país onde não exista pelo menos uma espécie dele, porém a existência do ipê em habitat natural nos dias atuais é rara entre a maioria das espécies (LORENZI,2000).
O ipê-roxo (Tabebuia heptaphylla) , é uma das espécies que vêm sendo estudadas por ser de alto valor econômico, considerando-se as finalidades de sua madeira e extrativos foliares, e pela diminuição preocupante do número de indivíduos que ainda são encontrados em áreas de ocorrência natural (ETTORI, 1996). é tido como um poderoso auxiliar no combate a determinados tipos de tumores cancerígenos. É usado também como analgésico e como auxiliar no tratamento de doenças estomacais e da pele. No passado, foi largamente utilizado no tratamento da sífilis. A árvore do Ipê-roxo é alta e tem como característica as flores tubulares arroxeadas. Os estudos ainda não comprovaram suas propriedades anticancerígenas.
Ipê rosa - (Tabebuia pentaphylla) é o primeiro dos Ipês a florir no ano, inicia a floração em Junho, mas ainda pode ser encontrado com flores até Setembro. Esta espécie se confunde bastante com outras também de flor roxa, como a Tabebuia impetiginosa e a Tabebuia heptaphylla, porém trata-se de uma espécie exótica, proveniente da Argentina. São muito utilizadas no paisagismo urbano, por sua beleza e desenvolvimento rápido. O chá da casca interna de Ipê rosa é um remédio erval é usado tipicamente durante a gripe e a estação fria e facilitando a tosse do fumante. Trabalha aparentemente como o expectorante, promovendo os pulmões para tossir e livrar do muco e contaminadores profundamente encaixados.
Ipê branco - (Tabebuia roseo-alba) é uma árvore brasileira. Seus nomes, tanto científico quanto popular, vêm do tupi-guarani. É uma árvore usada como ornamental, nativa do cerrado e pantanal brasileiros. É conhecida como planta do mel no Brasil e Argentina. Trata-se de um tipo de ipê muito apreciado por sua beleza e exuberância, ficando totalmente branco durante um período muito curto, pois sua floração não dura mais do que dois dias (em geral, por volta do mês de agosto). Às vezes repete a floração por volta de setembro, porém com menor intensidade.
Ipê Verde – (Cybistax antisyphilitica), família: Bignoniaceae Nomes populares: Ipê verde. Encontrada com pouca freqüência na região. É característica mais de região do Cerrado. Usada em paisagismo urbano. Características: Árvore de médio porte, 6 a 18 metros de altura, em geral com tronco tortuoso e de casca grossa, características de árvore do Cerrado. Ocorrendo na região de Mata Atlântica, pode ter o tronco ereto. Folhas digitadas com cinco folíolos. As flores são verdes, difíceis de se distinguir entre as folhas. Vagem bipartida de 25 cm, preta quando madura, casca grossa com ranhuras, que se abre liberando sementes aladas em forma de coração, com asa transparente. Germinação fácil, desenvolvimento lento. Utilidades: Usada em paisagismo urbano. Propriedades medicinais. Época de floração e frutificação: Floresce em Setembro. Coleta de sementes em Julho.
Fotos:
1. Rua Bernardo Guimarães, ontem, roxo em plena flor
2. Praça da Liberdade, 2008, final da florada do roxo, início da florada do amarelo
PECULIARIDADES DOS IPÊS (Consultar fonte original)
O ipê é uma árvore ornamental. Em tupi-guarani, significa “árvore de casca grossa” e tabebuia é “pau” ou “madeira que flutua”). É típica do cerrado, mas também é nativa de toda flora brasileira. Uma árvore rara, sua floração ocorre uma vez por ano, no fim da estação seca, e tem duração efêmera. A planta é hermafrodita, e frutifica nos meses de setembro, outubro, novembro, dezembro, janeiro e fevereiro, dependendo da sua localização. Em cultivo, a espécie inicia o processo reprodutivo após o terceiro ano.
O ipê amarelo (Tabebuia ochracea) é a árvore brasileira mais conhecida, a mais cultivada. Não há região do país onde não exista pelo menos uma espécie dele, porém a existência do ipê em habitat natural nos dias atuais é rara entre a maioria das espécies (LORENZI,2000).
O ipê-roxo (Tabebuia heptaphylla) , é uma das espécies que vêm sendo estudadas por ser de alto valor econômico, considerando-se as finalidades de sua madeira e extrativos foliares, e pela diminuição preocupante do número de indivíduos que ainda são encontrados em áreas de ocorrência natural (ETTORI, 1996). é tido como um poderoso auxiliar no combate a determinados tipos de tumores cancerígenos. É usado também como analgésico e como auxiliar no tratamento de doenças estomacais e da pele. No passado, foi largamente utilizado no tratamento da sífilis. A árvore do Ipê-roxo é alta e tem como característica as flores tubulares arroxeadas. Os estudos ainda não comprovaram suas propriedades anticancerígenas.
Ipê rosa - (Tabebuia pentaphylla) é o primeiro dos Ipês a florir no ano, inicia a floração em Junho, mas ainda pode ser encontrado com flores até Setembro. Esta espécie se confunde bastante com outras também de flor roxa, como a Tabebuia impetiginosa e a Tabebuia heptaphylla, porém trata-se de uma espécie exótica, proveniente da Argentina. São muito utilizadas no paisagismo urbano, por sua beleza e desenvolvimento rápido. O chá da casca interna de Ipê rosa é um remédio erval é usado tipicamente durante a gripe e a estação fria e facilitando a tosse do fumante. Trabalha aparentemente como o expectorante, promovendo os pulmões para tossir e livrar do muco e contaminadores profundamente encaixados.
Ipê branco - (Tabebuia roseo-alba) é uma árvore brasileira. Seus nomes, tanto científico quanto popular, vêm do tupi-guarani. É uma árvore usada como ornamental, nativa do cerrado e pantanal brasileiros. É conhecida como planta do mel no Brasil e Argentina. Trata-se de um tipo de ipê muito apreciado por sua beleza e exuberância, ficando totalmente branco durante um período muito curto, pois sua floração não dura mais do que dois dias (em geral, por volta do mês de agosto). Às vezes repete a floração por volta de setembro, porém com menor intensidade.
Ipê Verde – (Cybistax antisyphilitica), família: Bignoniaceae Nomes populares: Ipê verde. Encontrada com pouca freqüência na região. É característica mais de região do Cerrado. Usada em paisagismo urbano. Características: Árvore de médio porte, 6 a 18 metros de altura, em geral com tronco tortuoso e de casca grossa, características de árvore do Cerrado. Ocorrendo na região de Mata Atlântica, pode ter o tronco ereto. Folhas digitadas com cinco folíolos. As flores são verdes, difíceis de se distinguir entre as folhas. Vagem bipartida de 25 cm, preta quando madura, casca grossa com ranhuras, que se abre liberando sementes aladas em forma de coração, com asa transparente. Germinação fácil, desenvolvimento lento. Utilidades: Usada em paisagismo urbano. Propriedades medicinais. Época de floração e frutificação: Floresce em Setembro. Coleta de sementes em Julho.
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