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quinta-feira, 22 de março de 2012

Workshop Ameaças Fitossanitárias para o Brasil

Março é correria geral... depois de carnes, agrotóxicos e sanidade apícola... vem aí o quarto evento do mês!


sábado, 1 de outubro de 2011

Ji-Paraná - olha eu aqui outra vez!

Prá quem nunca tinha ido ao estado de Rondônia, até que tá bom ir três vezes num prazo de quatro meses, né? A primeira vez foi para uma reunião da Comissão de Agricultura do Senado e a segunda para curso sobre Análise de Risco de Pragas. A ideia inicial era fazer uma turma única, mas eram mais de 50 técnicos e seria bem complicado trabalhar... então decidimos dividir a turma no meio e o resultado foi excelente pois a estrutura da Unijipa possibilitou que trabalhássemos com um computador por aluno. Desta vez, o Ângelo foi apresentar o Mestrado Profissional em Defesa Sanitária Vegetal e o pessoal curtiu muito. Outra novidade desta turma foi a participação de profissionais da SFA-RO e da Embrapa-RO. Integração total, parabéns ao Idaron por investir na capacitação de seus técnicos e por promover a integração com Embrapa, MAPA e Universidade. Não sei quando volto por esses lados, mas estarei de longe torcendo para que as sementes lançadas gerem bons frutos.


Turma do curso de ARP:
  • Antônio de Araújo Neto
  • Antônio Nunes Fernandes
  • Carlize Chavelli Lopes
  • Cíntia Gonçalves de Souza
  • Erica Guarnier Dias
  • Eutália da Cunha Alves
  • Gizelle Kvasne
  • Hebert Silva Cardoso
  • Jaqueline Armando da Cruz
  • Jorge Manussakis Barbosa
  • José Corsino Pereira Leite
  • José Nilton Medeiros Costa
  • Karolinne de Oliveira Couto
  • Leonardo Marcelo Barbiero
  • Luiz Emílio Vicentin Alves
  • Magno José de Oliveira Cruz
  • Nilton Máximo da Costa Jr
  • Odete Borchardt
  • Sérgio Antonio S. Piacentini
  • Sérgio Lúcio Valadão de Miranda
  • Sérgio Onofre Marinho
  • Sidicléia Mafra de Souza
  • Sílvio Régis S. Rodrigues
  • Yuri Eloi Ferreira Carrijo
  • Zenaide Rocha Brito


Ângelo Pallini, coordenador do Mestrado Profissional em Defesa Sanitária Vegetal da UFV.

Andrea Stancioli, companheira dos cursos de ARP.

Integração total: IDARON + UNIJIPA + EMBRAPA + SFA-RO. Obrigada à Rachel, ao Augusto e equipe que não mediram esforços para realizar mais este curso.

Infraestrutura: melhor impossível. O desafio: disputar a atenção dos alunos com um computador ligado à internet... mas eles foram super compenetrados e cumpriram todas as atividades propostas.

IDARON realiza curso de Análise de Risco de Pragas

A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia – Idaron, por intermédio da Gerência de Defesa Sanitária Vegetal estará iniciando amanhã (28) a Segunda Turma do curso Ameaças Fitossanitárias e Análise de Risco de Pragas para capacitação de Engenheiros Agrônomos da Idaron e pesquisadores da UNIR e EMBRAPA. O encontro acontecerá no auditório de informática da Faculdade UNIJIPA em Ji- Paraná.

Este curso tem o objetivo de melhorar os trabalhos de Defesa Sanitária Vegetal no Estado de Rondônia. O curso será teórico e prático com carga horária de 20 horas presenciais e 20 horas de atividades à distância.

O curso será ministrado pela Dra Regina Sugayama e o Dr. Ângelo Pallini da Universidade Federal de Viçosa. Durante o curso os participantes terão demonstrações de sistemas online e off-line para busca de informações sobre pragas. Ao final do curso será aplicada uma avaliação escrita e que consistira da interpretação de instruções normativas que regulamentam requisitos fitossanitários para importação de material vegetal.

A primeira turma foi formada no mês de julho realizou um trabalho para elaboração de uma avaliação de risco de praga, na qual a turma foi dividida em duplas e escolheu uma praga quarentenária ausente para o Brasil que tenha sido relatada na Bolívia, Peru, Equador ou Paraguai. Esses trabalhos foram entregues e consolidados, e serão publicados pela Agência Idaron, como um documento relatando as ameaças fitossanitárias para o Estado de Rondônia e para o Brasil.

http://www.idaron.ro.gov.br/portalNovo/nwVerNoticia.aspx?idNoticia=237

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Palestra para pesquisadores do CRIAR

O lado bom da gente envelhecer é que as experiências vão se acumulando e a gente desenvolve a capacidade de se sentir em casa em qualquer ambiente... semana passada, fui para Bento Gonçalves palestrar para o CRIAR - Clube de Relacionamento e Inovações Arysta LifeScience, a convite do João Miyasaki. Falamos sobre Defesa Vegetal, pragas quarentenárias, agrotóxicos... o CRIAR é um grupo formado por cerca de 20 pesquisadores das áreas de Entomologia, Fitopatologia e Plantas Daninhas, que se reúne periodicamente para discutir novas tendências e novas tecnologias. Alguns eu já conhecia de congressos de Entomologia, reuniões técnicas (Rui Furiatti), conferência de Defesa Agropecuária (Davi Jaccoud) ou livros (Beriam)... então, foi como voltar para casa - Serra Gaúcha, agrotóxicos, Arysta, pragas, tudo soava muito muito familiar...

segunda-feira, 30 de maio de 2011

ENFISA 2011 - passando a régua

Avisos finais do ENFISA 2011, enviados aos participantes que cadastraram um e-mail válido na inscrição:

- Os arquivos das apresentações do Curso sobre Agrotóxicos, Encontro de Fiscalização e Seminário sobre Agrotóxicos estão disponíveis na página WWW.enfisa.com.br/nacional . Lembramos que as aulas do curso estão disponíveis em ambiente de aprendizagem virtual, totalmente sem custo.

- A Carta de Campo Grande está disponível em http://files.enfisa.com.br/200001056-53c2e541b5/2011%20Nacional%20Campo%20Grande.pdf

- As propostas oriundas da reunião de CREAs ao ENFISA estão disponíveis em http://files.enfisa.com.br/200001057-6d03c6d5cc/Proposta%20CREA%20ao%20ENFISA.pdf

- As respostas dos OEDSVs às questões encaminhadas pelos profissionais do setor privado estão disponíveis em http://files.enfisa.com.br/200001058-789f378f7b/Encontro%20de%20Registro%20e%20Cadastro.pdf

- As fotos do evento serão postadas na Rede de Inovação Tecnológica para Defesa Agropecuária http://inovadefesa.ning.com/profile/ENFISA2011. Gostaríamos de contar com a sua colaboração no sentido de identificar as pessoas que aparecem nas fotos. Para tanto, utilize o recurso de “Comentar” as fotos.

- Está disponível no canal do Enfisa no YouTube uma animação com as fotos do evento de Campo Grande e de todos os eventos regionais de 2009 a 2011: http://www.youtube.com/user/ENFISA2011


sábado, 23 de abril de 2011

O lado bom do chocolate, artigo de Jane Menegaldo

A origem do chocolate remonta a 1500 A.C., por povos que habitavam as terras baixas do Golfo do México, para a produção de uma bebida ingerida pelos sacerdotes em rituais religiosos. Os astecas também costumavam usar os grãos de cacau como dinheiro e apenas os nobres bebiam o "tchocolalt", uma mistura de grãos de cacau e mel, considerada uma bebida afrodisíaca e sagrada.



Em 1502, os nativos astecas ofereceram a bebida ao viajante Cristovão Colombo, que foi um dos primeiros europeus a provar o sabor do chocolate. No século XVIII, o botânico sueco Carlos Linnaeus batizou o chocolate de "Theobroma", que em grego quer dizer alimento dos deuses, tendo também nesta época, a novidade chegado à França e Inglaterra, onde ganhou a adição de leite e se espalhou pelo mundo, conquistando a indústria com o começo de sua produção nos Estados Unidos.

O chocolate é produto obtido a partir da mistura de um ou mais ingredientes: farelo de cacau (conhecido internacionalmente como cocoa nibs), pasta de cacau (liquor), manteiga de cacau e ingredientes opcionais permitidos (açucar,leite ,etc), de acordo com o tipo de chocolate desejado. É um alimento de alto valor nutritivo, com sabor e aroma agradáveis e elevado valor calórico. As normas internacionais recomendadas para a fabricação do chocolate são elaboradas pelaFAO (Food Agricultural Organization ) e ICCO (Internacional Cocoa and Chocolate Organization).

A presença de compostos antioxidantes no chocolate, traduzida pelo significativo conteúdo de flavonóides, indica uma relação inversa entre problemas cardiovasculares e a presença de flavonóides,a exemplo do que já foi comprovado também em vinho, frutas e vegetais. Os principais flavonóides presentes no cacau e no chocolate são as procianidinas (catequina e epicatequina).

O cacau e o chocolate ricos em flavonóides aumentam a capacidade antioxidante do plasma, inibem a vasoconstrição e a agregação plaquetária, reduzindo o risco de trombose e enfartes. As procianidinas contidas no chocolate contem duas, três ou mais de 10 unidades de catequinas ligadas e quanto mais longa for essa união, mais potentes serão os componentes do cacau.

Além disso, certos flavonóides do chocolate podem atuar como agentes vasoativos, portanto, os flavonóides presentes no chocolate poderiam promover um fluxo do sangue adequado e um coração saudável. A quantidade de flavonóides nos produtos de cacau e no chocolate industrializado é dependente da colheita de grãos e condições de processos subsequentes usados pelos fabricantes de chocolate.

Os flavonóides do chocolate são facilmente destruídos pelo calor e inúmeras outras condições comuns ao processo de colheita do cacau e de fabricação do chocolate e, assim, um grande cuidado deve ser tomado pelo fabricante para preservar a existência natural de flavonóides para que quantias relevantes permaneçam nos produtos finais.

No Brasil, o cultivo de cacau teve o seu início no século XIX em Ilhéus, na Bahia. Lá está a maior região produtora da fruta no país. Há 22 anos, o Brasil era o segundo maior produtor de cacau do mundo, mas um fungo chamado Moniliophtora perniciosa, causador de uma praga conhecida como vassoura-de-bruxa, atingiu de forma agressiva as árvores e fez com que a participação do Brasil no mercado mundial de cacau caísse de 14% para apenas 4%. De 400.000 toneladas, a produção brasileira caiu para 114.000 toneladas por ano. O país hoje precisa importar. Das 200.000 toneladas consumidas anualmente, 80.000 (40%) são importadas.

A parcela da população brasileira que consome chocolate passou de 57% em 1999 para 67% em 2009, sendo que o tablete de chocolate puro tem a preferência da maioria. O país perde apenas para Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido no consumo de chocolate. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), tem havido um aumento anual de 12% na produção de chocolate, devido principalmente ao aumento da renda do brasileiro e a maior diversidade de produtos.

AUTORIA

Jane G. Menegaldo
Pesquisadora da Embrapa Meio-Norte
jane.menegaldo@cpamn.embrapa.br

Links referenciados

Associação Brasileira da Indústria do Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados
www.abicab.org.br

Internacional Cocoa and Chocolate Organization
www.icco.org

jane.menegaldo@cpamn.embrapa.br
jane.menegaldo@cpamn.embrapa.br

Embrapa Meio-Norte
www.cpamn.embrapa.br

vassoura-de-bruxa
www.ceplac.gov.br/radar/vassoura-de-brux
a.htm

FAO
www.fao.org.br

sábado, 12 de março de 2011

Trabalho mais do que viajo. Não acredita? Vou provar que sim



No ano passado, ganhei o mundo de aniversário da equipe do InovaDefesa. E, no meu mundo, apliquei pontos pretos para indicar os lugares por onde já passei e pontos verdes para indicar os países para os quais já trabalhei. Somando países com pontos pretos e países com pontos verdes dá mais ou menos 25% do mundo*. Curiosa e tristemente, o número de países com pontos verdes é maior do que o número de países de pontos pretos... mas isso é porque venho me dedicando há vários anos à elaboração de Análise de Risco de Pragas (ARP). Esse é um procedimento necessário para estabelecer requisitos fitossanitários para importação de material vegetal, seja para consumo, transformação ou propagação. Através da ARP, o país importador tem segurança de que o material importado estará seguro quanto à possibilidade de introdução de organismos nocivos como insetos, ácaros, fungos, etc. E é um trabalho super legal, que me apaixonou ainda durante a pós-graduação e que até hoje me realiza muito. Primeiro, pelo aprendizado em si - cada ARP é uma aula sobre um novo setor e sobre um novo país... e sobre um conjunto novo de pragas... e segundo - e principal motivo - porque quando se abre uma nova rota comercial, induz-se o desenvolvimento não só do país importador quanto também do exportador. Nunca vou esquecer, por exemplo, das visitas que fiz aos produtores na província de Manabí, no Equador. A expectativa deles pela possibilidade de exportar ao Brasil de verdade emocionou. Isso foi em 2008, mas é inesquecível.

Em 2009, fiz juntamente com a Danúzia quatro ARPs para importação de castanha-de-caju de países africanos, a pedido do Dr. Cezar Rocha, do Sindicaju. Os requisitos fitossanitários para importação de Gana foram publicados em agosto e, da Nigéria em dezembro do ano passado. Eu não sabia, mas as indústrias brasileiras carecem de matéria prima na entressafra. Falta castanha de caju. Difícil acreditar, né? Mas é verdade... e as indústrias, por falta de matéria-prima, estavam demitindo funcionários. Então, recebi com muita alegria a notícia de que os requisitos para importação de castanha-de-caju da Costa do Marim foram publicados esta semana. Agora é esperar a publicação dos requisitos para Benin e concluir a ARP para Gâmbia. E assim, terei no meu mundinho 6 pontos verdes (Egito, Gâmbia, Benin, Costa do Marfim, Nigéria e Benin) e apenas um ponto preto (África do Sul). Viram só como eu mais trabalho do que viajo??

*não sei por quê, mas lembrei de Pinky e Cérebro enquanto escrevia esta parte...


Imprensa : Aprovada importação de castanha de caju

Enviado por editor em 11/03/2011 (5 leituras)

O Ministério da Agricultura definiu os requisitos fitossanitários para a importação de castanhas de caju (Anacardium occidentale) in natura da Costa do Marfim. “Esses produtos devem ser tratados com gás antes do embarque para eliminar possíveis pragas que ainda não ocorrem no Brasil, garantir a segurança fitossanitária da importação e proteger a agricultura brasileira”, explica o chefe da Divisão de Análise de Risco de Pragas do Ministério da Agricultura, Jefé Ribeiro. As normas foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) dessa quinta-feira, 10 de março, por meio da Instrução Normativa n° 8.

A castanha enviada ao Brasil necessita do Certificado Fitossanitário emitido pela Organização Nacional de Proteção Fitossanitária (ONPF) da Costa do Marfim. Além disso, tem que estar embalada em sacaria nova, de primeiro uso, e estar livre de material de solo e de resíduos vegetais.

Os produtos importados serão inspecionados no ponto de ingresso. Nos casos de detecção de pragas, a organização fitossanitária do país de origem será notificada e o Brasil poderá suspender as partidas até a revisão da Análise de Risco de pragas (ARP). A autoridade competente da Costa do Marfim deverá comunicar ao Ministério da Agricultura quando houver ocorrência de novas pragas no território.

Saiba Mais

A Análise de Risco de Pragas é importante para evitar a introdução de pragas quarentenárias ─ aquelas que não estão presentes no país, mas que, se introduzidas, poderão causar forte impacto econômico. (Kelly Beltrão).


Fonte: Mapa

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Guatemala, 2ª edição, 11 anos depois!

Estou há cerca de 40 dias trabalhando num sistema para avaliação de risco de pragas para a América Central. É parte de um projeto maior de integração dos sete países do istmo, ou seja, Belize, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua e Panamá. Os dados gerados estão sendo carregados em uma wiki... eu estava mantendo a página com acesso restrito, mas ontem liberaram a divulgação... dá uma olhadinha.

Falta carregar a parte dos cálculos, mas já tem muito dado sobre as pragas com maior importância quarentenária para a região. A Morgana fez um trabalho excelente de compilação de informações e estará, nos próximos dias, incluindo fotos e outros dados sobre as pragas.

E lá vou eu... 14 de novembro prá Guatemala!!! Será que ela mudou tanto quanto eu?

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Novo Mestrado Profissional sobre Defesa Sanitária Vegetal

A Capes publicou recentemente a relação de novos cursos de pós-graduação stricto senso. Na área de Defesa Agropecuária, foi aprovado o Mestrado Profissional em Defesa Sanitária Vegetal, na Universidade Federal de Viçosa. Veja o depoimento e esclarecimentos do coordenador do curso, Ângelo Pallini:

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Salve, Salvador, me bato, me quebro todo por amor...

Esta seja a décima vez que venho à Bahia... a primeira foi em 1997 para estagiar no lab do Nascimento em Cruz das Almas e para participar do CBE (1)... depois... para ministrar aulas no curso na Moscamed... duas vezes (2)... depois reuniões do projeto Inovadefesa em Salvador e Juazeiro (1)... dar curso de ARP em Juazeiro (1)... tirar dúvidas dos alunos em Salvador (1)... e uma visita à Moscamed antes mesmo de iniciar as atividades (1)... fruit fly meeting (1)... ministrar aula em curso de emergência sanitária em Ilheus (1)... bancas da PG da ADAB em Salvador... (1)... a gente bem que podia ganhar um ticket a cada 10 visitas, né? Tipo promoção de pizzaria... compre 10, ganhe 1 grátis... ou então... venha 10 vezes a trabalho para a Bahia e ganhe uma viagem de passeio...

Eu amo a Bahia, sinto-me tão bem aqui como se fosse da casa. Desta vez, vim para ministrar curso sobre Análise de Risco de Pragas novamente, para um outro grupo de fiscais da ADAB. Vamo que vamo. O material tá pronto, que venha a nova turma!

Fotos:
1. Indescritível. Esta é só para quem entende.
2. Amo subir e descer essas ladeiras
3. Igreja de São Francisco, a mais rica do Brasil, todinha todinha de ouro
4. Na Catedral Basíica, a gente entra lá e sente a nossa insignificância perante o tempo. Muito emocionante.




segunda-feira, 12 de julho de 2010

Crop World - Tecnologias para Defensivos e Fertilizantes


O Brasil realizará pela primeira vez uma edição da Crop World, um evento para apresentação das novidades na área de agrotóxicos e fertilizantes. Tô dentro! Para maiores informações, acesse o site do evento.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Natal também foi bom demais, já estou com saudade!

Ando um pouco sumida, mas é que ando correndo demais... voando demais... vivendo demais... mas tô sempre por aqui às voltas deste notebook. Semana passada, estive em Natal para o Encontro de Fiscalização de Agrotóxicos. O evento foi promovido pelo IDIARN e pelo MAPA e contou com participação de todos os estados da Região Nordeste, além de DF, SP e RJ. O grupo era muito bom e muito participativo, o que garantiu bons resultados e muito aprendizado para mim.

E vamo que vamo! Agora falta Rio de Janeiro e depois é gás total na Conferência e no nacional de São Luís!



Obs - a música de fundo é um forró do Moacir do Repente, um artista que a gente assistiu no jantar de confraternização do evento.