Mostrando postagens com marcador Rotina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rotina. Mostrar todas as postagens

domingo, 29 de janeiro de 2012

Um mês fora do comum

Tem gente que vai passar férias na praia... tem gente que vai pra Zoropa... tem gente que vai ver o Mickey Mouse... ou para o interior ver a família... enfim, o importante é sair da rotina. E foi o que fiz no meu janeiro... fiquei em BH, na minha casa! Quer algo mais fora da rotina do que isto? Dormi apenas uma (uma!!!) noite fora de BH, viajei apenas quatro vezes de avião... deu para dar uma boa desacelerada... agora... tô vendo que fevereiro já tá batendo na porta impaciente e que vai vir com tudo... e depois disso vêm aí outros 4 meses alucinantes e só vou parar em junho, depois do Enfisa!

Janeiro foi um mês caseiro, com direito até a janta para as amigas em casa, com bruschetas e um maravilhoso risoto do chef JC. Tudo delicioso! 

Aniversário do prof. Evaldo, no Kbab. Festa tradicional, já faz parte do calendário de eventos de Belo Horizonte (brincadeirinha rssssssss). Muita risada com Jô, Dione e Débora.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

334 dias dormindo!

Estive em Curitiba de domingo a terça... uma cidade linda e um tempinho frio... que me fez dormir maravilhosamente bem nas duas noites que passei lá... 8 horas ininterruptas de sono, com direito até a perder hora na segunda-feira... e aí... pensei... se normalmente durmo de 4 a 6 horas por noite, então dormir 8 horas em duas noites correspondeu a 8-12 horas a menos de vida... e isso puxou o seguinte raciocínio:

Morei 11 anos em Vacaria, onde também dormia que era uma maravilha... digamos que, em média, 8 horas por noite...

Hoje, em BH e nesta correria de vida, durmo de 4 a 6 horas por noite... vamos colocar 6 para não parecer que estou forçando a barra...

Logo:
  • Horas não vividas por dia: 8 - 6 = 2
  • Horas não vividas por ano: 2 x 365 = 730
  • Horas não vividas em 11 anos: 720 x 11 = 8.030, ou 334 dias
Conclusão: morando 11 anos em Vacaria, dormi durante 334 dias a mais do que teria dormido se morasse num lugar quente. E, se for computar as horas de siesta, essa conta chega tranquilamente a 500 dias ao longo de 11 anos.

Assustador, né? Alguém me diz como é que eu faço para recuperar esses 334 dias? Será que eles vão ser devolvidos para mim na forma de um ano a mais de vida no final da minha vida?

sábado, 26 de março de 2011

Linda de dia, linda à noite

Tem gente que se apega ao que já conhece. Fica sempre no mesmo hotel, come sempre o mesmo prato, compra sempre na mesma loja, viaja sempre para o mesmo lugar... eu não sou assim. Muito pelo contrário. Gosto de experimentar o novo... a não ser que esteja plenamente convencida de haver encontrado o melhor que existe naquele momento e naquele lugar... caso contrário... gosto de me aventurar por sabores novos e lugares que nunca ninguém me contou como são... e é assim que, aos poucos, vou conhecendo as dezenas de hoteis em Brasília.

Esta semana, fiquei no Airam. O melhor do hotel foi a vista para a fonte e a torre. Dei a maior sorte de pegar um dia de sol e uma noite sem chuva. Certamente, foi uma das melhores vistas que já tive da cidade que é o meu segundo lar.