domingo, 31 de julho de 2011

Os ossos do ofício de Peter Lund


Junto à Gruta da Lapinha, em Lagoa Santa, está localizado o Museu da Lapinha. Não sou frequentadora assídua de museus e não entendo o suficiente de Antropologia para opinar sobre a relevãncia das peças exibidas nesse museu... mas a minha sensação é de que as descobertas lá mereceriam uma atenção maior, um espaço maior e mais divulgação.

Peter Lund descobriu ali fósseis humanos com mais de 12.000-8.000 anos, denominados de Homem de Lagoa Santa. Pelo que li no museu, essa população apresentava características diferentes dos índios sul-americanos. A hipótese é que se trate de descendentes de uma linhagem que saiu da África há cerca de 100.000 anos e se dispersou para a Região Australasiana e, depois para as Américas através do Estreito de Behring. A outra linhagem, mongólica, só chegou à América do Sul 5.000 anos depois do Homem de Lagoa Santa. A reconstituição da face de Luzia - o fóssil mais antigo já encontrado nas Américas - deixa aparente a semelhança com as atuais populações australasianas e africanas... não tem nada de mongoloide como as populações indígenas sul-americanas atuais... se supõe, também, que esta linhagem tenha se extinguido devido ao tamanho pequeno da população e efeitos deletérios da endogamia.

Foi um final de semana de reencontro com professores da Bio... na Serra do Cipó reencontrei Ana Maria Giulietti e Nanuza Menezes. Na Lapinha reencontrei Walter Neves.


Museu da Lapinha, em Lagoa Santa


Luzia, a mais antiga moradora humana da América do Sul


Os mortos eram enterrados em posição fetal. Primeiro, eram enterrados e depois os restos mortais eram recolhidos em urnas funerárias.


Urna funerária




Peça de cerâmica para armazenar alimentos e água


Lâminas de machados feitas com pedra


Ler mais sobre o Carste de Lagoa Santa

Cadê as Vellozia e os Paepalanthus desta Serra?

Saí de casa ontem com o plano de conhecer a Gruta da Lapinha, o que efetivamente fiz. Mas, no caminho, vi que lá era mais ou menos metade do caminho até a Serra do Cipó e resolvi emendar até a serra... afinal, já tava com o carro na estrada e 50 km não iriam me impedir de conhecer um lugar que já conhecia botanicamente, digamos... durante a graduação, tive duas professoras que faziam pesquisa na serra... então a minha expectativa era chegar lá e dar de cara com as Vellozias da Nanuza e os Paepalanthus da Ana Maria.

A fisionomia da vegetação me pareceu bem diferente dos slides (sim, estudei na época dos slides)... mais alta, mais fechada... claro que de cima de um cavalo não dava para ver nada em detalhe, mas não consegui encontrar nada que se parecesse a uma Vellozia, nem a um Paepalanthus... tô vendo que vou ter que botar o cavalo na trilha de novo para encontrar!

Mas valeu a pena... a gente vê e ouve muitas aves, vê paisagens maravilhosas e, no final da trilha, descansar na Cachoeira da Farofa não tem preço!

Parque Nacional da Serra do Cipó, a uns 90 km de Belo Horizonte. Como pude morar aqui por 3 anos e só ir conhecer agora??


Na entrada do parque, tem cavalos para alugar, por R$ 30,00. A outra opção é fazer as trilhas a pé... prá mim, acho que não dá... a trilha mais curta é de 8 km...


Para chegar à Cachoeira da Farofa, a gente cruza três riachos.


Dezenas e dezenas de fotos do ceu e montanhas hehehehehe


Mais ceu, mais montanha...


Vegetação mais alta e mais fechada do que os slides das aulas de Botânica... kd as Vellozia? Kd os Paepalanthus?


Cachoeira da Farofa, 30 m de altura e água cristalina...


Milho cozido e garapa prá recuperar as energias no caminho de volta...

sábado, 30 de julho de 2011

O tamanho da nossa insignificância

É muito legal pensar o mundo numa escala de tempo geológico. Faz a sente cair na real quanto à nossa efemeridade e à nossa insignificância. Estive hoje em Lagoa Santa visitando a Gruta da Lapinha... ela tem uns 500 metros de comprimento e profundidade máxima de 40 metros e vem sendo esculpida pelo tempo ao longo dos últimos 3 milhões de anos. Pequena... mas bela. Acho que eu nunca tinha visto um estalactite ao vivo... e me encanta pensar que cada estalactite é formado gota a gota... cada estalagmite, cada coluna... cada espeleoforma de 40 m de altura iniciou com uma simples gotinha... e, também, é curioso pensar que, se não fosse assim - gota a gota - essas formas não teriam a delicadeza que lhes é tão característica. Fazendo uma conta rápida... um estalactite de 10 m de altura formado ao longo de 3 milhões de anos... isso equivale a uma taxa de crescimento de 0,000333 cm/ano. Ou seja, considerando que uma pessoa viva 80 anos... é o tempo suficiente para depositar 0,2 mm de estalactite! Teria que viver cinco vezes para testemunhar o crescimento de 1 mm de estalactite! Agora deu para ter uma boa noção do nada que a gente significa, né?


Governador, vamos fazer um projeto bacana de sinalização do Parque?


Quiosques para lanche... mas apenas um dos quiosques está ocupado com lanchonete...


Antes de entrar, vale a pena curtir o entorno... me impressionaram as raízes entrando e saindo das paredes da caverna. A parte aérea desta árvore tinha uns 6 metros... mas as raízes... tranquilamente tinham mais de 25!

Sobrevivente no meio da rocha...

+ raízes entrando e saindo na parede da caverna


Enfim, dentro da caverna... estalactites everywhere



Vários tipos de espeleoformas, com diferentes idades de formação.

Uma concha marinha no teto da caverna. Aqui foi um mar intracontinental, o Mar Bambuí, há milhões de anos...


O salão do presépio... vários tipos de espeleotemas e um convite à imaginação


Espeleotemas do tipo couve-flor. Desnecessário explicar o motivo do nome desta formação, né?

O parque disponibiliza touca descartável e capacete. O atendimento é muito bom. Precisa, apenas, um pequeno investimento para fazer um projeto bacana de sinalização e divulgando o parque... achei que tinha pouca gente visitando apesar de estar fazendo um lindo sábado de sol e férias...

Observações:
- Sapato fechado é obrigatório.
- Fotografar só com máquina amadora. Eles não permitem o uso de máquinas profissionais ou semiprofissionais. Não me explicaram direito o motivo.
- Filmar é proibido.
- A temperatura é agradável.
- Valor do ingresso: R$ 10,00
- Horário de atendimento: das 8h30 às 16h30

domingo, 24 de julho de 2011

Vantagens do Android segundo Regina Sugayama ou Amor I love you

O trânsito está lotado de carro com adesivos de 'Família Feliz'... bonitinho... papai, mamãe, filhinho, cachorrinho e gatinho... papai, mamãe, filhinho, filhinha, filhinho e peixinho... e isso em qualquer lugar do Brasil... não sei quem inventou essa moda, mas pegou... mas... e quem vive sozinho? Como é que fica? Não pode usar um adesivo de Solteiro ou Solteira Feliz? Passei um bom tempo observando as ruas e um belo dia encontrei uma solução criativa desenvolvida por um Solteiro Feliz - solteiro, garrafão, garrafa, garrafinha e copinho! Cool!! Bom... parcialmente cool... afinal eu não bebo... então não poderia plagiar a ideia desse Solteiro Feliz... encafifei, encafifei umas boas semanas e foi então que a Rachel - uma moça muito espirituosa e perigosamente observadora - teve a sacada genial: 'Regina, tua Família Feliz é você, teu computador e teu Android!'. BINGO!!

Cabe aqui um comentário sobre o Android... ele entrou na minha vida num voo qualquer no início de 2010... foi paixão à primeira vista... vi e pensei 'um dia, vai ser meu'... dito e feito... A relação começou em 2010 e, no início era algo assim meio inconsciente... eu curtia, mas não entendia direito o que estava ali diante dos meus olhos. Mas depois da feira de GSM de Barcelona, fiquei conhecendo com mais profundidade e estou hoje com meu segundo Android, que é muito melhor que o primeiro. Muito mesmo. Sabe, acho até que ele consegue viver sem mim. Bom... tenho certeza disso. Acho, também, que eu até que conseguiria viver sem ele, mas seria mais difícil. Afinal de contas, ele facilita muito a minha vida e acabei ficando dependente dele. Adoro o fato dele ser capaz de realizar mais de uma tarefa ao mesmo tempo. Um diferencial e tanto para geeks TDAs como eu... ele dá vida nova ao meu computador esteja eu onde estiver... e não falha: outro dia, navegando no Rio Machado no interior de Rondônia, ele estava lá firme e forte. Com ele, consigo ficar por dentro de tudo o que acontece ou está por acontecer... ele atualiza e sincroniza contatos, compromissos... me lembra das tarefas... ele me informa também tudo o que acontece no Facebook e agora Orkut... ele me orienta nos caminhos da vida e não me xinga quando erro o caminho... pacientemente ele me explica tudo de novo outra vez... sem alterar o tom de voz... e o melhor de tudo: sem cobranças. Tê-lo por perto me acalma, diminui minha ansiedade... engarrafamento? Tudo bem... ele me distrai com as novidades dos amigos... Fila no banco? Normal também... puxo um dos zilhões de vídeos do YouTube... Voo atrasado? Na boa, aproveito o tempo para aprender algumas palavras em Japonês com ele... Está decretado o fim do tédio. Posso dedicar uma música prá ele? 'Deixa eu gostar de você, isso me acalma, me acolhe a alma, isso me ajuda a viver'...



Uma imensa Família Feliz fotografada numa estrada em Rondônia

Um Solteiro Feliz Etílico... esta foto não é minha não. Veja no site original.

Minha Família Feliz, na Feira em Barcelona... esta foto não é minha também, não... é do JC que voltou me contando maravilhas sobre Android.


Um texto sério comparando Android e iOS... nunca usei iOS, mas pela conclusão do autor, acho que vou ficar com Android até que surja algo melhor que ele para pessoas anormais:

"O Android tende a atender aos interesses de consumidores mais exigentes quanto a tecnologia, como nerds e geeks. O iPhone e iPad podem ser mais indicados para pessoas normais"...

Android x iOS - Finalmente uma comparação imparcial

Postado por Matheus Gonçalves em 13/01/2011 21:36
Blog: TOAD GEEK

É fácil encontrar na Web alguns comparativos entre o sistema operacional aberto da Google e o software proprietário da Apple. Muitos bradam que o Android é melhor, sem citar as vantagens do iOS. E a parcialidade cega infelizmente também acontece no sentido inverso. A proposta aqui é mostrar ao usuário final as vantagens e desvantagens de ambos os sistemas, de forma a facilitar a escolha do produto.

Inicialmente, preciso deixar claro que os testes citados neste artigo foram realizados por um feliz usuário de ambos os sistemas: No caso, eu mesmo. As versões utilizadas nesta análise foram o Android 2.2 Froyo e o recém-lançado iOS 4.1 – sem jailbreak – fornecidos pelo fabricante sem alterações, para ser justo. Mas a idéia é criar um panorama geral.

Principais Vantagens do Android

• O sistema Android permite a prática do compartilhamento de internet via Wi-Fi, transformando o telefone em um modem de banda larga. Desde a versão 2.1 isso é possível, mas somente no 2.2 Froyo esse recurso se tornou nativo do sistema operacional. O iOS só faz isso via Bluetooth ou USB, quando a operadora contratada permite.

• Imagine que a conexão 3G do seu celular é tão boa que você gostaria de utilizar em seus computadores de casa ou escritório. Pois é, o Android 2.2 permite a criação de um hot spot Wi-Fi a partir do smartphone. Como dica: Apesar de gostar do atendimento e dos serviços da TIM, nos meus testes a internet da Vivo foi mais veloz para essa prática. E o gadget deve estar conectado à rede elétrica, pois o consumo de energia é grande.

• O Android roda páginas ou programas ou qualquer coisa em Flash. Com a chegada do HTML5 essa ‘vantagem’ tende a ser atenuada, mas, por enquanto, o sistema da Google consegue visualizar um conteúdo que Steve Jobs se recusa a permitir que seja visto no iOS.

• O Android é um sistema operacional baseado em Linux, que é Multi-thread desde sua origem. Ou seja, ele é capaz de executar vários aplicativos e processos ao mesmo tempo. O iOS 4.1 já permite aos desenvolvedores a utilização de algumas funções que executam processos paralelos em background, mas as APIs ainda são limitadas. Não se compara ao paralelismo disponível no Android. Nem de perto, infelizmente.

• Por manter as principais informações diretamente na tela inicial, os pontos de usabilidade ganham mais força no Android. Com poucos ou nenhum clique, é possível saber o que está acontecendo no sistema, bem como acessar os principais aplicativos. Se analisarmos o Android aplicando regras de validação de usabilidade reconhecidas e aceitas no mercado, como “Liberdade de Controle”, “Visibilidade de status do sistema”, “Flexibilidade e eficiência” ou até mesmo “Ajuda e documentação”, fica claro que o Android traz mais benefícios se comparado ao iOS.

• Para utilização do iOS 4, por exemplo, é necessário comprar algum produto da Apple. iPhone, iPod, iPad… Todos da empresa. Para usar o Android, você pode escolher o hardware que mais agradar, fabricado por pelo menos 5 grandes nomes da indústria tecnológica, incluindo Samsung, Motorola e Sony Ericsson.

• Programação para todos: A SDK – kit para desenvolvedores – do Android foi feita para funcionar em Windows, Linux e até mesmo no Mac. Por se tratar de um sistema operacional livre, de código aberto, a comunidade de desenvolvimento é amigável e receptiva, a documentação é ampla e a plataforma é democrática justamente por abranger usuários de diversos sistemas operacionais. A SDK do iPhone infelizmente só está disponível para usuários Mac e para publicar os softwares na loja de aplicativos da Apple e receber os seeds do sistema é preciso pagar US$ 99.

• Como o código do sistema é aberto, é relativamente simples criar acessórios eletrônicos programados para o Android, em casa. Novas interfaces, teclados customizáveis, motocicletas controladas pelo smartphone, controles de videogames, vários são os exemplos onde a criatividade foi aplicada em função do sistema operacional.

• Liberdade de escolha: No Android é possível escolher livremente qual aplicativo o usuário quer instalar. Os programas podem ser baixados do Android Market ou diretamente da Internet, sem qualquer validação. Isso traz uma desvantagem, pela falta de segurança que isso pode trazer, mas no iPhone você não pode utilizar um aplicativo que a Apple julgar como improcedente. No Android você usa o que você quiser e assume os riscos por isso.

• Por se tratar de um sistema operacional da Google, existe integração total com serviços, advinhe, da Google. Ferramentas como Gmail, Youtube, Gtalk, Google Docs, Pesquisa Google, Google Translate, Google Maps e vários outros que são amplamente utilizados na internet estão disponíveis em suas versões mobile, no Android.

• Dispositivos com Android custam menos: No Brasil é possível comprar – dentro da legalidade, pagando todos os impostos – um smartphone com Android por R$ 700. Os melhores aparelhos custam cerca de R$ 1.300,00. Um iPhone, no entanto, tem preço médio de R$ 1.800,00. Alguns modelos podem passar dos R$ 2.000,00.

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Principais Vantagens do iOS

• Não é lá uma vantagem do sistema operacional, mas é uma qualidade que merece ser citada: é inegável que o iPhone, iPad ou iPod touch são bonitos. Se comparados aos aparelhos que vem com o Android instalado, como o Motorola Milestone, principal expoente do sistema Google, a diferença de design é gritante.

• O sistema de notificações Push é algo que falta ao Android. No iOS ele funciona como um serviço (um dos que atuam em multithread) que fica ativo o tempo inteiro avisando sobre novas mensagens no Twitter, ou uma chamada VoIP via Skype ou Vonage, ou várias outras aplicações, mesmo que os softwares não estejam em execução. Para ilustrar: No Android, para receber uma chamada no Vonage, é necessário que o programa esteja ativo, esperando a ligação. No iOS, a ligação é recebida mesmo que o Vonage esteja fechado. Quem faz essa mágica é o Push e sem gastar bateria adicional para isso.

• Por causa da padronização de bibliotecas e estrutura de programação, o kit de desenvolvimento para iOS permite que os aplicativos criados sejam portados entre os aparelhos da Apple. Um software criado para iPhone pode facilmente migrar para iPad de forma quase transparente. No Android essa adaptação não é tão natural e requer um pouco mais de esforço.

• A Apple só deixa entrar em seu mercado de aplicativos os programas homologados por ela. Apesar de tornar o processo fechado e autoritário, isso garante a segurança de seus usuários. Um programa que redireciona mensagens ou rouba informações jamais passaria no rígido processo de aprovação dos aplicativos. No Android essa seleção só é feita depois que a falha foi descoberta e muitos usuários já instalaram a ferramenta e a classificaram como nociva.

• Todos os usuários do iOS recebem as atualizações de forma coerente e amplamente divulgada. No Brasil, para se ter uma ideia, os proprietários do Motorola Droid ainda não receberam a atualização para o Android 2.2 Froyo, que já está disponível para o mesmo aparelho aos clientes dos EUA e Europa. Isso por que cada fabricante e suas regionais decidem, conforme seus interesses, quando e como disponibilizar os updates.

• A função de captura de tela é super simples no iOS. Pode parecer absurdo, mas a reprodução da tela (conhecida como print screen ou screen shot) no Android é um processo complicado e sem sentido que envolve a SDK e o cabo de dados. Existem alguns aplicativos que prometem facilitar a tarefa, mas, convenhamos, uma função simples como essa deveria ser nativa do sistema operacional, como é no iOS.

• O Music Player do iOS é impecável. O iPod touch foi usado como padrão. Ele possui características bem interessantes, como o recurso Genius, que identifica faixas semelhantes e cria listas de execução com essas informações. A navegação entre os discos é simples e funcional. No Android, é necessário instalar uma ferramenta para isso.

PS: Não vou comentar a respeito do antennagate do iPhone 4. Apesar de ser um problema que afetou muitos dos clientes, não é um padrão do sistema operacional e sim um defeito de hardware exclusivo do smartphone em questão.

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Conclusão

Ambos os sistemas possuem vantagens e desvantagens. O Android tende a atender aos interesse de consumidores mais exigentes quanto a tecnologia, como nerds e geeks. O iPhone e iPad podem ser mais indicados para pessoas normais, sem ofensas, ou que buscam recursos avançados de entretenimento. Cabe a cada cliente decidir quais benefícios são necessários para si e quais defeitos são mais suportáveis.

Definir em qual classificação o usuário mais se sente à vontade: Nem todo mundo desenvolve programas para os aparelhos e nem todo mundo ouve música no celular.

E, claro: essa competição entre os fabricantes só beneficia o consumidor final.

Que a batalha continue.

Fonte: GEEK